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Golpe do exame atinge idosos e pacientes em hospital

Golpistas exploram pacientes em hospitais com golpe do exame, exigindo Pix sob pretexto de urgência, atingindo idosos e doentes

Golpistas alegam que resultados estão alterados e que o exame precisa ser refeito; para isso, pedem Pix com urgência
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  • Golpistas dizem que o exame saiu com alteração e que precisa refazer; pedem Pix com urgência para enviar um “novo” exame.
  • O golpe pode ocorrer tanto com pessoas em casa quanto dentro de hospitais, com dados completos como nome, CPF, convênio, médico e tipo de exame.
  • O pagamento via Pix costuma ser muito maior do que o valor original, chegando a milhar de reais em alguns casos (exemplo citado: de R$ 7 para R$ 7 mil).
  • Há relatos de golpes ocorrendo em hospitais, com números como milhões desviados e dezenas de ocorrências por dia em alguns locais.
  • A polícia tem prendido poucos envolvidos e não é possível apontar um único vazamento de dados, já que os golpes parecem se espalhar por vários lugares.

O golpe do exame avança sobre pacientes, especialmente idosos e pessoas em enfermaria, com promessa de refazer procedimentos sob pressão. A fraude aparece como se fosse operação de hospital, com dados do paciente e do médico envolvidos.

Funciona assim: após o exame, o golpista liga, afirma que houve alteração e que será necessário refazer o exame com envio rápido de material. Um motoboy fictício é usado para entregar o novo turno, usando pagamento por Pix.

O interlocutor aproveita dados como nome, CPF, convênio, médico responsável e tipo de exame para ganhar a confiança da vítima. Ao validar a entrega, a cobrança pela entrega é feita por meio de maquininha, com valor inflacionado, levando a confusão financeira.

Dentro dos hospitais, o golpe também atua: o paciente recebe ligação no quarto, com a mesma montagem de dados, para refazer o exame. A cobrança do segundo exame é apresentada como urgente, com instruções para pagamento imediato via Pix.

Alerta aos pacientes sobre golpes com Pix

Casos citados por médicos indicam que golpes já somam milhões de reais desviados. Alguns hospitais relatam dezenas de ocorrências diárias, dificultando a identificação da origem do vazamento de dados. A polícia tem atuado, porém com resultados limitados.

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