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Julgamento da mansão de Kanye West começa na próxima semana, diz tribunal

Juiz impõe código de vestimenta no julgamento da reforma da mansão de Kanye West em Malibu; quem não cumprir pode ser barrado; audiência deve durar doze dias

Kanye West and Bianca Censori attends the Marni fashion show during the Milan Fashion Week Womenswear Fall/Winter 2024-2025 on February 23, 2024 in Milan, Italy.
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  • O processo sobre a reforma da mansão de Kanye West em Malibu começa na próxima semana em tribunal de Los Angeles, envolvendo o operário Tony Saxon que alega ter sido contratado para supervisionar as obras em 2021 e manter a segurança no local.
  • O rapper, agora conhecido como Ye, e sua esposa Bianca Censori devem testemunhar; Censori pode atuar como representante da empresa do casal, conforme a defesa. O caso deve durar doze dias.
  • O juiz estabeleceu código de vestimenta: nada de chapéus, óculos escuros ou roupas reveladoras; quem não cumprir pode ser impedido de entrar no tribunal.
  • O projeto foi assinado pelo arquiteto Tadao Ando; a casa foi comprada por 57,3 milhões de dólares em 2021, foi despojada até a estrutura de concreto e vendida em setembro de 2024 por 21 milhões de dólares a Steve Belmont, que pretende restaurá-la.
  • Saxon afirma ter recebido apenas um pagamento de vinte mil dólares semanais prometidos, dormia no canteiro sem cama e foi demitido após relatar questões de segurança. Em outra frente, Ye publicou anúncio de desculpas no The Wall Street Journal por declarações antissemistas.

O processo movido por um operário contra Kanye West, hoje conhecido como Ye, referente ao projeto de restauração de uma mansão à beira-mar em Malibu, começa na próxima semana em um tribunal de Los Angeles. O juiz alertou sobre o dress code do tribunal, proibindo roupas reveladoras, chapéus e óculos escuros.

Segundo a ação, Tony Saxon foi contratado em setembro de 2021 para supervisionar as obras da casa, que foi desenhada pelo arquiteto japonês vencedor do Prêmio Pritzker, Tadao Ando. Saxon afirma ter feito moradia no local e oferecido segurança 24 horas, recebendo apenas uma parcela de pagamento de cerca de 20 mil dólares por semana prometidos.

A propriedade foi adquirida por Ye em 2021 por 57,3 milhões de dólares, teve a construção reduzida a uma estrutura de concreto, e foi vendida em setembro de 2024 por 21 milhões de dólares. O comprador, Steve Belmont, afirmou ao Los Angeles Times que pretende restaurar o imóvel para que pareça que Ye nunca esteve lá.

As alegações indicam que Saxon foi demitido após relatar questões de segurança e exigências cada vez mais extremas. O processo deve se estender por 12 dias e envolve também Bianca Censori, mulher de Ye, que poderá atuar como representante da empresa do casal, conforme comentário do advogado Andrew Cherkasky.

Mudança de tema

O caso acontece no mesmo contexto de controvérsias recentes envolvendo Ye, que publicou um anúncio de mea culpa no The Wall Street Journal no mês passado. O texto tratou de críticas anteriores, incluindo declarações sobre antissemitismo e questões de bipolaridade, sem alterar o foco judicial sobre a disputa contratual.

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