- A ação por gordofobia contra Virgínia Fonseca e Zé Felipe foi arquivada definitivamente em 18 de janeiro.
- Cristiane Dantas, who processava o casal, afirmou que a dor da obesidade virou entretenimento e pediu respeito como direito.
- O processo teve início em 2021, quando Virgínia publicou em seu Instagram um vídeo em que Zé Felipe ri de Cristiane, que tem obesidade mórbida, em relação à sua alimentação.
- A juíza concluiu que Cristiane tornou o vídeo público voluntariamente; apenas o casal foi processado, sugerindo tentativa de condenação mais alta.
- Cristiane pediu indenização de R$ 600 mil; a decisão foi favorável a Virgínia e Zé Felipe, que ainda disputam a divisão de bens na Justiça.
Virgínia Fonseca e Zé Felipe tiveram a ação por Gordofobia encerrada com vitória dos réus. A decisão envolve um vídeo em que o ex-marido gargalha de uma mulher com obesidade mórbida, publicado pela influenciadora em 2021. O caso tramita na Justiça desde então, com desdobramentos relevantes para as partes.
Cristiane Dantas, que processou os dois, alegou danos morais e pedidos de indenização por danos materiais no valor de 600 mil reais. Ela afirmou, em carta divulgada pela colunista Fábia Oliveira, que sofreu ataques após a veiculação do vídeo e descreveu a experiência como violência simbólica. A defesa, por sua vez, sustenta que o material foi tornado público pela própria vítima.
Segundo a Justiça, a sentença foi proferida em 11 de janeiro e favoreceu Virgínia Fonseca e Zé Felipe. O processo, no entanto, permanece em pauta administrativa entre as partes quanto à divisão de bens, após a decisão. A magistrada apontou que Cristiane tornou o vídeo público voluntariamente e que, entre os envolvidos, apenas o casal foi processado, indicando uma possível vantagem financeira na acusação.
Desdobramentos e contexto jurídico
- A defesa afirmou que o conteúdo não envolveu ataque pessoal aos atributos da vítima.
- A autora alegou que o uso do vídeo agravou a difamação e a humilhação.
- O caso ressalta a tensão entre liberdade de expressão e dignidade humana, segundo a decisão judicial.
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