- Luiza Brunet, de 63 anos, é ativista e ex-modelo que tem aumentado o debate sobre violência contra a mulher no Brasil e no exterior.
- Ela afirma que os casos de violência têm crescido, destacando que a cada quatro horas uma mulher morre por feminicídio e que a violência infantil também aumentou, com uma criança violada sexualmente a cada seis minutos.
- Brunet ficou exposta a agressões domésticas graves em 2016, o que a tornou uma voz importante no enfrentamento à violência contra a mulher.
- Ela tem viajado pelo Brasil e fora do país para levar a pauta, incluindo participação em evento da Organização das Nações Unidas.
- A ativista destaca que a vítima não pode ser definida apenas pela violência e defende empoderamento, autonomia e uso de leis de proteção para incentivar novos relacionamentos saudáveis.
Luiza Brunet, de 63 anos, atua como ativista e empresária, ampliando o debate sobre violência contra a mulher no Brasil e no exterior. Nos últimos anos, ela tem usado sua visibilidade para alertar sobre feminicídio, violência doméstica e abuso infantil.
Dados citados pela ativista destacam que casos de violência têm aumentado. Segundo ela, a cada quatro horas ocorre um feminicídio no país, e a violência infantil registra crescimento expressivo, com uma violação sexual de criança a cada seis minutos. Ela ressalta a importância da informação para as mulheres reconhecerem relacionamentos abusivos.
A trajetória de Brunet ganhou relevância após agressões domésticas vivenciadas em 2016. Desde então, ela incentiva denúncias, combate à naturalização da violência e apoio a vítimas na busca por autonomia.
Ela tem percorrido o Brasil e o exterior para levar a pauta adiante. A próxima participação inclui um evento da ONU, em que falará sobre a violência contra a mulher e políticas de proteção. Sua atuação é fundamentada na responsabilidade e no engajamento com a causa.
Ao compartilhar a própria história, Brunet enfatiza que o trauma não define a mulher. A mensagem é de transformação e sobrevivência, com ênfase em leis protetivas, independência financeira e possibilidade de novos relacionamentos sem reduzir-se à violência.
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