- O sistema de nuvem Amazon Web Services enfrenta instabilidade na manhã desta terça-feira na região ME-CENTRAL-1, que atende Emirados Árabes Unidos.
- De acordo com o Downdetector, houve aumento de notificações de falhas relacionadas à AWS; o S3 tem melhora na gravação e listagem, mas leitura de dados antigos permanece instável, e o DynamoDB segue com falhas.
- Serviços dependentes, como AWS Lambda, Amazon RDS e Amazon CloudWatch, operam com desempenho reduzido; a criação de novas instâncias no Amazon EC2 está limitada na região afetada.
- A AWS informou que está trabalhando na recuperação da infraestrutura e recomenda redirecionar aplicações para outras regiões da empresa (Estados Unidos, Europa ou Ásia-Pacífico) até a normalização.
- A Cloudflare também apresenta instabilidades em algumas regiões do Brasil, segundo status divulgado pela própria empresa.
O sistema de nuvem da Amazon, a Amazon Web Services (AWS), enfrenta instabilidade nesta terça-feira. Dados do Downdetector indicam aumento das notificações de falhas relacionadas à AWS. A empresa reconheceu o problema na região ME-CENTRAL-1, que compreende Emirados Árabes Unidos.
Segundo a AWS, serviços centrais mantêm alta taxa de erro. O Amazon S3 registra melhora na gravação e listagem de arquivos, mas a leitura de dados antigos continua instável. O DynamoDB também permanece com falhas, sem recuperação total até o momento.
- O que está em funcionamento: AWS Lambda, Amazon RDS e Amazon CloudWatch operam com desempenho reduzido. A criação de novas instâncias no Amazon EC2 está limitada na região afetada.
A empresa orienta clientes a redirecionar aplicações para outras regiões, como Estados Unidos, Europa ou Ásia-Pacífico, até normalização. A AWS não informou prazo para a total recuperação.
A Cloudflare, fornecedora de infraestrutura para cerca de 20% do tráfego global, também registra instabilidades em algumas regiões do Brasil, de acordo com o status divulgado pela própria empresa.
Desdobramentos e contexto
A AWS não é a única grande provedora com instabilidade recente, o que pode impactar serviços dependentes de nuvem em diversas plataformas. Analistas apontam que quedas nessa escala costumam exigir reconfigurações rápidas de rota de tráfego e retenção de dados em regiões alternativas.
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