- O volume útil dos reservatórios da Grande São Paulo subiu de cinquenta vírgula sete por cento para cinquenta e cinco vírgula quatro por cento nos últimos sete dias, segundo a Arsesp.
- Em vinte e quatro de outubro, a Arsesp lançou um plano de contingência para reduzir o consumo de água no sistema.
- Quando o plano foi iniciado, o volume útil do Sistema Integrado Metropolitano estava em vinte e oito vírgula sete por cento.
- As faixas do plano variam conforme o nível dos reservatórios, indo de revisão de transposições de bacia e campanhas de uso consciente a redução de pressão na rede, com etapas que vão de oito a dezesseis horas diárias e, em fases mais extremas, rodízio no abastecimento.
- A medida atual permanece na faixa três, com redução de pressão por dez horas ao dia; a mudança de faixa só ocorre após sete dias abaixo do limite e pode ser revista após quatorze dias acima dele.
A região metropolitana de São Paulo abriu novo capítulo da crise hídrica. O volume útil dos reservatórios subiu de 50,07% para 55,4% nos últimos 7 dias, segundo a Arsesp.
Depois de 24 de outubro, quando a Arsesp lançou um plano de contingência, o sistema passou a reduzir o consumo para evitar desabastecimento. O nível atual segue abaixo do ideal, impactando o planejamento de curto prazo.
O plano utiliza faixas com metas de manejo da água conforme o volume útil. Atualmente, o Estado mantém a faixa 3, que prevê redução de pressão da rede por 10 horas diárias.
As faixas seguintes preveem medidas mais severas, como cortes maiores de pressão, captação do volume morto e ligações emergenciais. A elevação de faixa só ocorre com 7 dias contínuos abaixo do limite.
Para relaxar as medidas, é preciso que o nível permaneça acima do limite por 14 dias consecutivos. A gestão segue monitorando o sistema para ajustar as ações conforme o comportamento da chuva.
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