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Líderes veem IA como parte da equipe, funcionários temem ser substituídos

Lideranças veem IA como colega de equipe, mas vinte por cento da Geração Z e dos Millennials temem ser substituídos

Estudos mostram que executivos já veem a IA como parte da equipe, enquanto profissionais ainda a encaram como ameaça
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  • Lideranças já veem a IA como parte da equipe (41%), embora a maioria dos colaboradores ainda a encare como ferramenta útil (52%) em vez de colega de trabalho (20%).
  • Entre Gen Z (19%) e Millennials (17%), há receio de ser substituído pela IA, embora muitos reconheçam seu potencial colaborativo.
  • Há divisão geracional: 64% dos líderes sentem pressão para adotar IA para manter a competitividade, contra 38% dos colaboradores; 58% dos gestores veem IA como requisito implícito, vs 29% dos profissionais.
  • Recém-formados apresentam maior preparo para trabalhar com IA (38%) do que líderes (23%), com destaque em pensamento crítico em contextos de IA (40% vs 24%) e promoção da adoção da tecnologia (37% vs 21%).
  • Sugestões de especialistas: tratar a IA como colaboradora, começar a experimentar desde já, usar a IA para ampliar pontos fortes, ir além da produtividade e compartilhar resultados para o aprendizado coletivo.

A inteligência artificial deixa de ser apenas uma ferramenta para ganhar o status de parceira de trabalho. Executivos já a veem como membro da equipe, enquanto muitos profissionais ainda a encaram como ameaça. O cenário aponta para uma mudança de mentalidade: trabalhar com IA, não contra ela.

Essa visão funciona como eixo de transformação nas organizações. Empresas que adotam a IA como coautor de tarefas já começam a reorganizar funções, buscando manter talentos humanos mesmo com a automação em curso. Ainda há resistência entre profissionais.

Entre gerações, surgem diferenças marcantes. Líderes relatam pressão para adotar IA para manter competitividade, enquanto funcionários costumam ver a tecnologia principalmente como ferramenta. A percepção de que IA é requisito implícito para empregos também varia entre grupos.

Mudança geracional e preparo para IA

Estudos indicam que gestores tendem a estar mais inclinados a incorporar IA do que equipes. Ainda assim, a adoção é vista como necessária por parcela relevante dos trabalhadores, com variações por faixa etária.

Recém-formados demonstram maior preparo para trabalhar com IA, superando talentos mais experientes. Competências-chave incluem pensamento crítico em contextos de IA e promoção da adoção tecnológica, em comparação com líderes.

Como aproveitar o potencial da IA no trabalho

Especialistas apontam caminhos práticos: começar a experimentar ferramentas, usar IA para ampliar pontos fortes e ir além da produtividade simples. A tecnologia pode analisar dados, gerar insights e apoiar decisões.

Transparência no uso da IA facilita colaboração entre equipes e ajuda as empresas a entender como as ferramentas estão sendo aplicadas. A IA deve ser tratada como copiloto, não concorrente.

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