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Megaoperação contra o crime organizado cumpre 112 prisões em 15 estados

Polícia Federal coordena megaoperação nacional que cumpre cento e doze prisões em quinze estados, com cento e oitenta mandados de busca e bloqueios de até setenta milhões de reais

Agentes cumprem mais de 100 mandados de prisão em todo o País. Foto: Divulgação PF
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  • Megaoperação nacional contra o crime organizado envolve 15 estados, 112 prisões e cerca de 180 mandados de busca e apreensão, coordenada pela Polícia Federal por meio das Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado.
  • A ação acontece nesta quarta-feira 18, com operações simultâneas em Campinas (São Paulo) e outras regiões, mirando organização ligada a facção criminosa e bloqueio de mais de 100 contas, com valor estimado de até 70 milhões de reais.
  • No Maranhão, investiga-se grupo ligado a tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, com bloqueio de até cerca de 297 milhões de reais em bens.
  • Em Pernambuco, o alvo é organização que atua com tráfico de drogas e armas, roubos de carga e lavagem de dinheiro, com bloqueio de até 5 milhões de reais; no Paraná, combate grupo ligado a facção com disputas no interior.
  • Além disso, apura-se possível colaboração de ex-servidora do Judiciário com organização criminosa no Pará e ações no Amapá para recuperação de equipamentos furtados; Minas Gerais e Ceará trabalham com foragidos e crimes violentos de alto risco.

O que aconteceu: uma megaoperação nacional contra o crime organizado mobiliza as forças de segurança em todo o país nesta quarta-feira, 18. A ação, coordenada pela Polícia Federal no âmbito das Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCOs), cumpre 112 mandados de prisão e cerca de 180 mandados de busca e apreensão. Os alvos atuam em tráfico de drogas, comércio ilegal de armas, organizações criminosas e lavagem de dinheiro.

Os alvos estão distribuídos em 15 estados, com operações conduzidas de forma simultânea em diferentes regiões. As ações abrangem Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Pará, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul e Sergipe.

Uma das frentes de maior alcance ocorre em Campinas, no interior de São Paulo, onde a investigação mira uma organização vinculada a facção criminosa. Foram cumpridas dezenas de ordens judiciais e houve bloqueio de mais de 100 contas, com estimativa de valores até 70 milhões de reais.

Desdobramentos por estado

No Maranhão, o foco é um grupo envolvido com tráfico de grande escala e lavagem de dinheiro, com bloqueio estimado em cerca de 297 milhões de reais, incluindo bens de luxo e ativos registrados em terceiros. Em Pernambuco, a ação mira organização ligada a tráfico de drogas, armas, roubos de carga e lavagem de dinheiro, com bloqueio de até 5 milhões de reais.

No Paraná, as equipes atuam contra grupo ligado a facção criminosa com atuação violenta no interior, incluindo disputas territoriais. No Espírito Santo, investiga-se desvio e revenda de drogas apreendidas, com afastamento de função pública. No Amazonas, o foco está no envio de entorpecentes via terminal de cargas do aeroporto internacional.

Em Sergipe, a operação investiga o comércio ilegal de armas e munições. Outras frentes tratam de questões sensíveis: no Pará, apura possível colaboração de uma ex-servidora do Judiciário com organização criminosa; no Amapá, recuperação de equipamentos furtados e identificação de suspeitos. Em Minas Gerais e no Ceará, mandados são cumpridos contra foragidos e autores de crimes violentos de alto risco à ordem pública.

Segundo as autoridades, a ação integra uma estratégia nacional baseada na atuação conjunta entre diferentes forças de segurança. As FICCOs funcionam como forças-tarefa permanentes, com atuação distribuída por todo o Brasil para ampliar a capacidade de investigação e repressão qualificada ao crime organizado.

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