- A mostra internacional de arte TEFAF permanece em Maastricht até 19 de março, mesmo com greve que afetou trens de Liège e o transporte a partir de Bruxelas.
- Mais de cinquenta mil visitantes são esperados, incluindo cinquenta e sete grupos de patronato; este ano há a primeira participação dos patronos do Victoria and Albert Museum e da National Gallery.
- O aeroporto de Maastricht é pequeno, com grande volume de jatos privados no primeiro dia.
- A TEFAF é organizada por uma fundação sem fins lucrativos; houve turbulência na direção, mas a organização continua considerada bem gerida.
- Embora haja sugestões de transferir a feira para Bruxelas, a organização não cogita mudar para outra cidade, mantendo Maastricht e Nova York como mercados-alvo, com apoio financeiro da região para permanecer no local.
O European Fine Art Fair (TEFAF) segue in loco em Maastricht, Holanda, até 19 de março. A edição deste ano enfrentou interrupções de transporte: trens a partir de Liège foram cancelados e serviços a partir de Bruxelas também sofreram alterações, dificultando a chegada de visitantes.
Mesmo com as complicações, o festival atrai mais de 50 mil pessoas anualmente. Em 2026, foram registrados 67 grupos de patrocinadores, incluindo pela primeira vez os apoiadores do Victoria and Albert Museum e da National Gallery, ambos de Londres. O aeroporto local recebe fluxo relevante de voos privados no dia de abertura.
Por que Maastricht?
Maastricht, com pouco mais de 126 mil habitantes, é escolhida pela organização pela experiência que oferece. A cidade e a província de Limburg sustentam financeiramente o evento, mantendo-o na cidade. A estrutura, iluminação e conforto do pavilhão favorecem negócios e negociações imediatas entre galerias e compradores europeus.
O valor da edição
A feira é descrita por dealers como uma das mais belas do mundo, reunindo obras desde antiguidades até arte contemporânea, incluindo Old Masters e objetos de arte raros. O formato permite conectividade com colecionadores de diversas regiões, o que explica a presença de novos expositores, como a galeria londrina Alison Jacques.
Desafios e cenário logístico
A localização remota impõe desafios logísticos, mas também benefícios. Os visitantes costumam manter foco nas obras, com serviços de alimentação e hospitalidade bem estabelecidos no local. A edição de 2026 mantém o formato tradicional, sem indicar mudanças significativas de venue, apesar de discussões recorrentes sobre transferir o evento para outra cidade.
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