Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Defesa de Henry Borel ameaça abandonar plenário se adiamento do júri for negado

Defesa de Jairinho ameaça abandonar o plenário se o adiamento do júri for negado, alegando falta de acesso a todas as provas

Defesa de Jairinho pretende abandonar o plenário caso a Justiça negue o pedido de adiamento do júri popular
0:00
Carregando...
0:00
  • Defesa de Jairinho afirma que pode abandonar o plenário se o pedido de adiamento do júri for negado, feito na chegada ao tribunal nesta segunda-feira.
  • Advogados dizem que não tiveram acesso a todas as provas, incluindo material do notebook de Leniel, o que inviabiliza a defesa e sustenta o pedido de adiamento.
  • O júri popular envolve a morte de Henry Borel, que tinha quatro anos, ocorrida na madrugada de oito de março de dois mil e vinte e um, no Rio de Janeiro.
  • O Ministério Público denunciou Jairinho por homicídio triplamente qualificado, tortura e outros crimes; Monique Medeiros é acusada de omissão.
  • O caso gerou repercussão nacional e resultou na Lei Henry Borel, sancionada em dois mil e vinte e dois, que endurece penas para crimes contra crianças e adolescentes.

O advogado Rodrigo Faucz, que representa o ex-vereador Dr. Jairinho, afirmou que a defesa pode abandonar o plenário se o pedido de adiamento do júri popular for negado. A declaração ocorreu durante a chegada ao tribunal nesta segunda.

A defesa sustenta que não teve acesso a todas as provas do processo, o que, na avaliação dos advogados, inviabiliza a plenitude de defesa. O pedido de adiamento será mantido e reiterado na sessão do júri.

Segundo os defensores, a falta de acesso ao material compromete o direito de ampla defesa e impede a correta análise das provas. Eles citam o material do notebook do Leniel como exemplo.

Contexto do caso Henry Borel

Henry Borel tinha 4 anos quando morreu, na madrugada de 8 de março de 2021, no Rio de Janeiro. O menino foi levado ao Hospital Barra D’Or pela mãe Monique Medeiros e pelo padrasto Jairinho.

Inicialmente, o casal afirmou que houve acidente doméstico, ao cair da cama. Exames do Instituto Médico-Legal apontaram lesões internas incompatíveis com queda, sugerindo agressões físicas recorrentes.

O laudo necroscópico indicou múltiplas lesões, incluindo laceração no fígado e hemorragia interna. A investigação levou o Ministério Público a denunciar Jairinho por homicídio qualificado e tortura, e Monique Medeiros por omissão.

Ambos foram presos e negam as acusações. As defesas afirmam não haver provas conclusivas de que a morte tenha sido criminosa. O caso ganhou ampla repercussão nacional.

A comoção gerou debates sobre violência infantil e resultou na Lei Henry Borel, sancionada em 2022, que endureceu penas para crimes contra crianças e adolescentes.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais