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Monique Medeiros e Jairinho: posição no Tribunal do Júri sobre Henry Borel

Monique Medeiros e Jairinho ocupam posições definidas no julgamento do caso Henry Borel; 27 testemunhas e sete jurados devem compor o plenário

Vestindo camisa branca com imagem de Henry, Monique Medeiros permanece sentada durante sessão
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  • Durante o julgamento do Tribunal do Júri de Henry Borel, Monique Medeiros e Dr. Jairinho ocupam lugares distintos no plenário, acompanhados de seus advogados e diante do juiz e dos jurados.
  • Jairinho, vestido de preto, fica ao lado da defesa em uma das laterais do plenário, com escolta próxima e conversas frequentes com os advogados. Monique Medeiros, com camiseta com foto de Henry, permanece sentada separadamente, ao lado de seus advogados, acompanhando a leitura dos autos.
  • Jairinho mantém o olhar erguido, observando os acontecimentos do júri, enquanto Monique acompanha de forma mais contida as manifestações da acusação e da defesa.
  • À frente estão o juiz que conduz os trabalhos, e os jurados, em local estratégico com visibilidade direta dos réus e das partes; o Ministério Público e assistentes de acusação ficam de um lado, voltados ao plenário e aos jurados; familiares de ambos participam da sessão em área do público.
  • O julgamento prevê ouvir 27 testemunhas e envolve 7 jurados, além de advogados de defesa e da promotoria; a previsão é de longa duração, com depoimentos, laudos periciais e argumentos das partes, com a promotoria mantendo a convicção de autoria e a defesa negando.

Durante a sessão do Tribunal do Júri que julga a morte do menino Henry Borel, Monique Medeiros e Dr. Jairinho ocupam posições definidas dentro do plenário, seguindo o protocolo do Judiciário do Rio de Janeiro. O julgamento acontece com as duas réus sentadas em locais distintos, acompanhadas por seus respectivos advogados, frente ao juiz e aos jurados.

Dr. Jairinho, vestido de preto, fica ao lado de sua defesa em uma das laterais do plenário. O ex-vereador acompanha os trabalhos sentado, com escolta próxima, mantendo conversa frequentes com os advogados. Monique Medeiros, mãe da vítima, permanece separada, ao lado de seus advogados, acompanhando a leitura dos autos e as manifestações da acusação e da defesa.

À frente dos réus está o juiz responsável pela condução dos trabalhos, enquanto os jurados ocupam um espaço estratégico com visão direta dos réus e das partes envolvidas. O Ministério Público e os assistentes de acusação ficam posicionados de frente para o plenário, contrários às defesas. Familiares de ambos assistem à sessão em área destinada ao público.

Ao todo, 27 testemunhas devem ser ouvidas, além de 7 jurados, com a participação dos advogados de defesa e da promotoria. O julgamento deverá se estender por vários dias, com depoimentos, laudos periciais e debates entre as partes. A promotoria sustenta a autoria dos crimes pelos suspeitos, que negam as acusações.

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