- Cirurgião plástico foi preso em Porto Alegre suspeito de aplicar silicone industrial em pacientes.
- Silicone industrial é proibido para uso em humanos; uma investigação aponta riscos à saúde.
- O médico estaria usando o nome de uma empresa fornecedora sem relação comercial real.
- Durante fiscalização no consultório, foram encontrados produtos irregulares e rótulos adulterados; a clínica não tinha licença sanitária.
- Ele é investigado por uso irregular de substâncias e possível fraude sanitária; a defesa não se manifestou.
Um cirurgião plástico foi preso em Porto Alegre sob suspeita de aplicar silicone industrial em pacientes durante procedimentos estéticos. A ação ocorreu após fiscalização no consultório do médico, que resultou na apreensão de materiais irregulares.
O suspeito, identificado como João Fernando dos Santos Mello, utilizava o nome de uma empresa supostamente fornecedora, sem relação comercial comprovada. Produtos com rótulos adulterados foram encontrados no local.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que não há licença sanitária para funcionamento da clínica, o que inviabiliza a realização de procedimentos estéticos no espaço. Isso gerou a abertura de investigações administrativas.
Pacientes que passaram pelos procedimentos apresentaram sequelas graves; a defesa do médico atribui a culpa aos fornecedores. A investigação apura uso irregular de substâncias com potencial risco à saúde pública e possível fraude sanitária.
O médico foi encaminhado à delegacia do consumidor para apuração dos fatos. Não houve manifestação pública da defesa até o momento.
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