- O júri sobre a morte da cantora Sara Mariano foi retomado nesta terça-feira (24) em Dias d’Ávila, na Região Metropolitana de Salvador, após adiamentos por impasses entre defesa e Justiça.
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- Na primeira tentativa, em 25 de novembro do ano passado, os advogados abandonaram o plenário, o que levou à suspensão; a Justiça da Bahia classificou a ação como ilegal e remarcou o julgamento.
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- O tribunal já havia reagendado a fase para fevereiro de 2026 e depois para 3 de março, mas as datas foram alteradas novamente por determinação judicial; o TJBA afirma que as alterações seguiram os procedimentos legais.
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- Respondem ao processo o viúvo da vítima, Ederlan Santos Mariano, apontado como mentor do crime, além de Weslen Pablo Correia de Jesus e Victor Gabriel Oliveira Neves; eles são acusados de feminicídio qualificado, ocultação de cadáver e associação criminosa.
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- O mutirão do Tribunal do Júri na Bahia, que reuniu mais de trezentas sessões em novembro, foi interrompido pela defesa por falta de estrutura e segurança; o TJBA disse que o ambiente era seguro e encaminhou a conduta para a OAB.
O júri para apurar a morte da cantora gospel Sara Mariano foi retomado nesta terça-feira (24), em Dias d’Ávila, na Região Metropolitana de Salvador. O caso envolve três acusados de feminicídio qualificado, ocultação de cadáver e associação criminosa. A sessão ocorreu após meses de adiamentos.
A defesa dos réus abandonou o plenário na primeira tentativa de julgamento, em 25 de novembro de 2023, levando à suspensão da sessão. Desde então, o tribunal reagendou o júri diversas vezes por decisões judiciais e ajustes de agenda.
De acordo com o Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), todos os adiamentos seguiram os trâmites legais. O TJ informou que a segurança do fórum foi reforçada para assegurar a integridade dos réus e dos participantes.
Respondem ao processo o viúvo da vítima, Ederlan Santos Mariano, considerado o mentor do crime, além de Weslen Pablo Correia de Jesus e Victor Gabriel Oliveira Neves. A acusação aponta feminicídio qualificado, ocultação de cadáver e associação criminosa.
O júri fazia parte de um mutirão do Tribunal do Júri na Bahia, que realizou mais de 300 sessões plenárias em novembro passado. A sessão foi interrompida após a defesa alegar falta de estrutura e de segurança no local.
Em nota, o TJBA afirmou que o abandono foi decisão unilateral dos advogados e que o fórum contava com policiamento adequado. O tribunal informou ainda que encaminhou o caso à análise da OAB.
A defesa sustenta que o ambiente não oferecia garantias mínimas para a condução do júri. Em vídeo divulgado, o advogado responsável por Ederlan Mariano afirmou que não havia isolamento entre público e participantes, nem estrutura suficiente para a integridade de jurados, promotores e réus.
Segundo a defesa, a falta de separação entre plateia e sessões poderia favorecer manifestações que comprometeriam a imparcialidade do julgamento. O TJBA, por sua vez, reiterou a regularidade do andamento processual até o momento.
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