- Tribunal do Júri de Belo Horizonte absolveu a mulher acusada de homicídio e mutilação após alegação de legítima defesa; julgamento ocorreu na manhã de 24/4 e durou cerca de duas horas.
- Ministério Público argumentou que a vítima, identificada como João Silva, teria abusado sexualmente da filha de 11 anos, justificando a ação como legítima defesa.
- A defesa apresentou laudos apontando transtornos mentais da ré na época e afirmou que ela agiu em estado de emoção; testemunhas listaram histórico de violência da vítima.
- Jurados decidiram pela absolvição; a mulher deverá passar por acompanhamento psicológico e psiquiátrico e permanece em liberdade.
- Caso ganhou repercussão nacional, gerando debates sobre violência doméstica, abuso sexual e políticas públicas de proteção e acompanhamento.
Foi julgado pelo Tribunal do Júri de Belo Horizonte na manhã desta terça-feira (24) o caso de uma mulher acusada de matar um homem e mutilar seu órgão genital. O júri durou cerca de duas horas e a defesa alegou legítima defesa.
Segundo o Ministério Público, a mulher agiu após uma série de agressões da vítima, que tería abusado sexualmente de sua filha de 11 anos. A defesa sustentou que a mulher estava em estado de emoção e que a morte decorreu de legítima defesa.
Durante o julgamento, testemunhas confirmaram o padrão violento da vítima e ameaças feitas à acusada. Laudos apresentados pela defesa apontaram transtornos mentais na época do crime.
Desfecho e acompanhamento
O júri decidiu pela absolvição da mulher, que saiu do fórum acompanhada de familiares. Ela deverá cumprir acompanhamento psicológico e psiquiátrico conforme determinação judicial.
Repercussões
O caso ganhou repercussão nacional, destacando debates sobre violência doméstica, abuso sexual e atuação do sistema de justiça em casos de legítima defesa. Especialistas ressaltam a importância de proteção a vítimas e de apoio psicológico a envolvidos.
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