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Anvisa proíbe azeite extravirgem da Royal após fraude identificada

Anvisa proíbe e recolhe lote 255001 de azeite Royal por adulteração com outros óleos vegetais, violando padrões de identidade e qualidade

Determinação foi feita após exames laboratoriais realizados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) constarem que o lote 255001 do azeite apresentava adição de outro óleos vegetais
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  • A Anvisa proibiu e determinou o recolhimento do lote 255001 do azeite de oliva extravirgem da marca Royal, após identificação de fraude na composição.
  • Exames do Ministério da Agricultura e Pecuária constataram a adição de outros óleos vegetais no lote.
  • O azeite extravirgem deve ser extraído exclusivamente da azeitona, conforme padrões de identidade e qualidade aplicáveis ao alimento.
  • A medida, publicada no Diário Oficial da União, proíbe venda, distribuição, importação e uso do lote, com recolhimento imediato.
  • O produto já vinha sendo comercializado após determinação prévia de recolhimento; a fabricante não teve posição divulgada até o momento.

A Anvisa proibiu e recolheu um lote do azeite de oliva extravirgem da marca Royal após detectar fraude na composição. A medida foi publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (25).

Exames do Mapa constataram que o lote 255001 continha adição de outros óleos vegetais, caracterizando incompatibilidade com padrões de identidade e qualidade do produto. O azeite deve, por definição, ser extraído apenas da azeitona.

Foi ressaltado que o produto continuou a ser vendido após recolhimento prévio emitido pelas autoridades. A decisão proíbe a comercialização, distribuição, importação, propaganda e uso do lote 255001.

Medida e consequências

A obrigação de recolhimento é imediata, destinando-se a remover o lote das cadenas de venda. A Anvisa não informou prazos adicionais nem eventuais substituições para os consumidores.

A CNN Brasil tenta contato com representantes da Royal para um posicionamento; a solicitação segue sem resposta até o momento. A agência de saúde pública mantém monitoramento de produtos adulterados no mercado.

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