- Doze relógios de luxo, avaliados em mais de R$ 1 milhão, sumiram do Instituto de Criminalística, na zona oeste de São Paulo, após serem recebidos em 16 de março.
- Os itens haviam sido apreendidos em setembro do ano passado pelo 35º Distrito Policial, no Jabaquara, em investigação de receptação.
- A Corregedoria da Polícia Civil investiga possível furto ou peculato; parte das peças foi recuperada, e não houve prisão até o momento.
- Os relógios estavam em setor de acesso restrito ligado a crimes contra o patrimônio; modelos incluem Rolex, Omega, Tag Heuer, Breitling, Montblanc e Bulgari.
- O investigado inicial, João Vitor de Castro Fonseca, de 28 anos, afirmou manter comércio eletrônico de joias; o advogado dele informou que os itens foram entregues à Corregedoria. A SSP instaurou inquérito e colabora com as investigações.
O desaparecimento de 12 relógios de luxo, avaliados em mais de R$ 1 milhão, é tema de investigação na Polícia Civil de São Paulo. Os itens estavam sob custódia do Instituto de Criminalística (IC), na Zona Oeste da capital, e já foram recuperados. A apuração envolve possíveis crimes de furto e peculato.
Os relógios foram apreendidos em setembro do ano passado pelo 35º Distrito Policial, no Jabaquara, durante uma operação sobre receptação. Eles chegaram ao IC apenas no dia 16 de março, o mesmo dia em que desapareceram. O setor mantinha acesso restrito, ligado a análises de crimes contra o patrimônio.
De acordo com o boletim de ocorrência, o caso envolve João Vitor de Castro Fonseca, de 28 anos, investigado por receptação. Ele afirmou possuir um comércio eletrônico de joias e que os produtos eram adquiridos de terceiros para revenda.
Desdobramentos
Durante cumprimento de mandado de busca e apreensão, policiais localizaram relógios de alto valor, incluindo modelos de Rolex, Omega, Tag Heuer, Breitling, Montblanc e Bulgari. Parte das peças seria recebida em consignação, segundo o investigado.
Ainda conforme as investigações, após o desaparecimento no IC, os relógios teriam sido novamente oferecidos ao mesmo investigado poucos dias depois. O advogado dele informou que o cliente recebeu os itens e os entregou à Corregedoria.
A Corregedoria da Polícia Civil pediu imagens de câmeras de segurança do instituto e realiza diligências para identificar os responsáveis. Até o momento, nenhum suspeito foi preso.
A Secretaria de Segurança Pública instaurou inquérito para apurar o caso, com suporte da Polícia Técnico-Científica. A pasta ressalta o compromisso com a apuração rigorosa de desvios de conduta.
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