- Primeiro caso a ir a julgamento envolvendo redes sociais terminou com veredito histórico, em 25 de março, em Los Angeles, com Meta Platforms Inc. e Google considerados negligentes no design e operação de suas plataformas.
- A decisão é baseada no relato de uma mulher de 20 anos que alegou uso contínuo de Instagram e YouTube por mais de uma década ter causado ansiedade, depressão e transtorno de dismorfia corporal.
- O veredicto indica responsabilidade das empresas pela forma como suas plataformas são estruturadas para serem difíceis de resistir.
- A fase de julgamento ocorreu nos tribunais de Los Angeles e envolve acusações de danos causados pelo uso excessivo das redes sociais por jovens.
- O caso é visto como um marco, com potenciais impactos para outras ações judiciais contra grandes empresas de tecnologia.
A Justiça dos EUA considerou Meta Platforms Inc. e Google responsáveis pelo design e funcionamento de suas plataformas no primeiro caso a chegar a júri. Em 25 de março, em Los Angeles, um veredito apontou negligência por parte das duas empresas.
A ação envolve uma jovem de 20 anos que alegou uso contínuo de redes como Instagram e YouTube ao longo de mais de uma década. A defesa foi que a dependência tecnológica provocou ansiedade, depressão e dismorfia corporal.
O processo sustenta que as empresas tornaram suas plataformas “difíceis de resistir” para aumentar o engajamento. O veredito pode abrir caminho para novos casos envolvendo grandes empresas de tecnologia.
Detalhes do caso
A decisão envolve como as plataformas são projetadas e operadas, segundo documentos do processo. A jurados consideraram negligentes as práticas de design e moderação adotadas pelas duas companhias. A próxima etapa envolve possíveis danos e consequências legais adicionais.
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