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Investigação avança após morte em autódromo, suspeito é levado para depor

DHPP cumpre mandados no Autódromo de Interlagos; novas oitiva reforçam linha de investigação e apontam seguranças do evento como possíveis envolvidos

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  • A Polícia Civil de São Paulo, por meio do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), realizou uma operação com buscas e novos depoimentos, nesta quinta-feira (26, em investigação sobre a morte do empresário Adalberto Amarilio dos Santos, de 35 anos.
  • Durante a ação, um homem foi levado para depor após ter o celular apreendido; ele trabalhava como segurança no evento ocorrido no Autódromo de Interlagos.
  • A diligência faz parte de uma nova fase da investigação, que reforça a linha de apuração de que seguranças que atuavam no evento possam ter participação direta no crime.
  • O empresário desapareceu no fim de maio, após passar o dia em um encontro de motociclistas no autódromo, e foi encontrado morto quatro dias depois, em área em obras nas proximidades, com o corpo dentro de um buraco estreito e profundo e sem sinais aparentes de agressão.
  • Os investigadores avaliam que o caso está próximo de ser elucidado, com a análise de materiais apreendidos e novos depoimentos para esclarecer a dinâmica do crime e identificar os responsáveis, num desdobramento que teve repercussão na Secretaria da Segurança Pública à época.

A Polícia Civil de São Paulo deu andamento à investigação da morte do empresário Adalberto Amarilio dos Santos, 35 anos, nesta quinta-feira (26). A ação, realizada pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), cumpriu mandados de busca e apreensão e recolheu depoimentos. Um homem foi levado a depor após ter o celular apreendido; ele trabalhava como segurança no evento no Autódromo de Interlagos.

As diligências representam a nova fase do inquérito. Fontes próximas ao caso informam que os materiais recolhidos reforçam a linha de que seguranças que atuavam no evento podem ter participação direta na morte de Adalberto.

O empresário desapareceu no fim de maio do ano passado, após passar o dia em um encontro de motociclistas no autódromo, na Zona Sul de São Paulo. Ele foi encontrado morto quatro dias depois, em uma área em obras nas proximidades do local, dentro de um buraco estreito e profundo, sem sinais visíveis de agressão.

Mais de nove meses após o ocorrido, investigadores avaliam que o caso está próximo de ser elucidado. A expectativa é de que a análise dos materiais apreendidos e os novos depoimentos contribuam para entender a dinâmica do crime e identificar os responsáveis.

A morte de Adalberto chegou a receber atenção interna na Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, à época chefiada por Guilherme Derrite, diante das dificuldades iniciais para esclarecer o caso.

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