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PF abre segunda fase contra quadrilha que lavava dinheiro com criptomoedas

Segunda fase da Operação Narco Azimut aprofunda investigação sobre lavagem de dinheiro com criptomoedas e determina sequestro de até R$ 934 milhões

Foto: Divulgação/Polícia Federal
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  • A Polícia Federal deflagrou a segunda fase da Operação Narco Azimut para aprofundar investigações sobre associação criminosa voltada à lavagem de dinheiro e evasão de divisas, com uso de dinheiro em espécie, transferências e criptomoedas, no Brasil e no exterior.
  • Na primeira fase, a PF identificou movimentação superior a R$ 39 milhões.
  • Cerca de cinquenta policiais cumpriram vinte e seis mandados de busca, prisão temporária e medidas restritórias em São Paulo, Ilhabela, Taboão da Serra e Balneário Camboriú.
  • Foi determinado o sequestro de bens e valores até o limite de R$ 934 milhões, além de restrições societárias, incluindo a proibição de movimentação de empresas e transferência de bens ligados às atividades ilícitas.
  • Os envolvidos podem responder pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira a segunda fase da Operação Narco Azimut. O objetivo é aprofundar investigações sobre uma associação criminosa ligada à lavagem de dinheiro e evasão de divisas por meio de dinheiro vivo, transferências bancárias e criptomoedas, no Brasil e no exterior.

Na etapa anterior, a PF já havia apontado um volume financeiro superior a 39 milhões de reais movimentados pelos suspeitos com criptomoedas. A segunda fase amplia o raio de atuação e reforça o escrutínio sobre as operações realizadas pelos investigados.

Cerca de 50 agentes cumprem 26 mandados de busca, apreensão e prisão temporária. Os alvos estão em São Paulo, Ilhabela, Taboão da Serra e Balneário Camboriú, conforme ordem expedida pela 5ª Vara Federal de Santos (SP).

As diligências indicam que os envolvidos usavam empresas e terceiros para estruturar a circulação de recursos ilegais. Também foram constatadas operações de alto valor e movimentações com criptomoedas.

Foi determinado o sequestro de bens e valores até o teto de 934 milhões de reais. Além disso, houve restrições societárias, incluindo a proibição de movimentação de empresas e transferência de ativos vinculados aos ilícitos.

Os investigados podem responder por associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. As informações oficiais destacam que as apurações continuam para mapear a rede criminosa.

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