- Um advogado de 46 anos, Maurício Almeida de Albuquerque, foi morto a tiros após cumprir um mandado de penhora em São Vicente, litoral de São Paulo.
- O crime ocorreu no pátio de uma empresa de logística na Rua João Chancharulo; o profissional estava acompanhado por duas pessoas que ficaram feridas.
- Dois homens encapuzados teriam saído de um matagal próximo e efetuado os disparos; os suspeitos fugiram rumo ao mesmo matagal.
- Entre as outras vítimas, havia um irmão do advogado, Roberto Albuquerque, e o advogado Denison Berndt; elas receberam atendimento médico, com a vítima atingida no tórax, antebraço e pernas, encaminhada ao hospital.
- A Polícia Civil registrou o caso como homicídio e tentativa de homicídio; a Ordem dos Advogados do Brasil, seção São Paulo, lamentou o ocorrido e acompanha as investigações.
Um advogado morreu a tiros após cumprir um mandado de penhora no pátio de uma empresa de logística em São Vicente, no litoral de São Paulo. Maurício Almeida de Albuquerque, 46 anos, foi morto na tarde da sexta-feira (27). O caso é registrado como homicídio.
O grupo envolvido na diligência incluía outra duas pessoas, que ficaram feridas. Entre elas estavam o irmão de Maurício, Roberto Albuquerque, estudante de Direito, e o advogado Denison Berndt. Também participavam uma Oficial de Justiça e membros da Polícia Judicial do TRT-2, que haviam saído para almoçar no momento do ataque.
O crime aconteceu na Rua João Chancharulo, dentro da área da empresa, quando dois homens encapuzados surgiram de um matagal próximo e efetuaram disparos. Os suspeitos fugiram em direção ao mesmo matagal.
A Polícia Militar informou que Maurício morreu ainda no local. Uma das vítimas foi encaminhada ao Hospital Vicentino com quatro perfurações no tórax, antebraço e pernas. O terceiro homem no local sofreu apenas ferimento no dedo e não sought atendimento.
Segundo a SSP, o caso está sendo investigado como homicídio e também como tentativa de homicídio. Diligências policiais são realizadas para esclarecer os fatos e prender os responsáveis.
A OAB-SP manifestou pesar pelo ocorrido e informou que acompanhará as investigações, cobrando maior segurança pública. O presidente da Secional paulista, Leonardo Sica, acionou as autoridades para assegurar celeridade na apuração e responsabilização dos envolvidos.
Entre na conversa da comunidade