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Nova exposição da Claraboia une Brennand à arte contemporânea

Claraboia abre exposição que dialoga Brennand com cinco artistas contemporâneos e acervo, explorando mutação de formas até nove de maio

Exposições reúnem mais de 30 peças na Claraboia
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  • A galeria Claraboia, em São Paulo, inaugura hoje a exposição coletiva “O Drama da Forma”, reunindo obras de Brennand, cinco artistas contemporâneos (Bel Ysoh, Chacha Barja, Marina Woisky, Raphaela Melsohn e Ulrik López Medel) e peças do acervo de Vicente do Rego Monteiro, com curadoria de Rita Vênus.
  • A mostra fica em cartaz até 9 de maio no primeiro andar e propõe diálogo entre o legado de Brennand e a produção contemporânea, partindo da cerâmica e do fogo como agente de transformação.
  • O conjunto apresenta superfícies que parecem derreter, formas que lembram ovos, tentáculos e organismos em expansão, destacando a instabilidade material das obras.
  • A leitura curatorial usa o pensamento de Brennand, que encarava a produção como um “drama” que transcende o autor, transformando o espaço expositivo em campo de forças entre volumes e vazios.
  • Paralelamente, no térreo, a galeria exibe “UMBO”, mostra solo de Marcela Dias, até 2 de maio, com mais de vinte pinturas recentes de 2025 a 2026, explorando a materialidade da pintura com camadas, raspagens e diluições.

A partir de sábado 28, a galeria Claraboia, em São Paulo, inaugura a exposição coletiva O Drama da Forma. O projeto dialoga com o legado de Francisco Brennand (1927-2019) e integra a produção de cinco artistas contemporâneos: Bel Ysoh, Chacha Barja, Marina Woisky, Raphaela Melsohn e Ulrik López Medel, além de obras de acervo de Vicente do Rego Monteiro. A curadoria é de Rita Vênus.

A mostra ocupa o primeiro andar e fica aberta até 9 de maio. A cerâmica aparece como ponto de partida, e o fogo atua como agente de transformação. As peças revelam superfícies que parecem derreter, lembrando ovos, tentáculos e organismos em expansão.

A curadoria lê Brennand como pensador de um “drama” que ultrapassa o autor, transformando o espaço expositivo em cena onde volumes e vazios funcionam como forças. O projeto convida o visitante a perceber a instabilidade material das obras.

UMBO

No térreo, a galeria exibe também UMBO, mostra individual de Marcela Dias, em parceria com a galeria Marco Zero. O texto é assinado por Ariana Nuala.

Marcela Dias apresenta mais de 20 pinturas produzidas entre 2025 e 2026. As obras exploram a materialidade da pigmentação, com camadas, raspagens e diluições que revelam o percurso criativo da artista.

Apesar de linguagens distintas, as duas exposições da Claraboia compartilham interesse por processos em transformação contínua. O Drama da Forma permanece até 9 de maio, e UMBO até 2 de maio.

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