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Mulher agredida por Major da PM afirma que ele quase a matou e foi solto

Major aposentado da PM é solto após audiência de custódia; vítima afirma ter sido agredida na frente da filha menor e teme por novas agressões

Major aposentado da Polícia Militar Ricardo Azevedo da Silva, suspeito de violência doméstica
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  • Major aposentado Ricardo Azevedo da Silva, de 54 anos, foi preso em Santo André na noite de sábado, suspeito de violência doméstica e desacato, e foi solto após audiência de custódia neste domingo.
  • A vítima, esposa dele, Sônia Nogueira, disse à CNN Brasil que foi mordida no rosto e quase estrangulada, com a filha menor presente no momento.
  • A Polícia Militar foi acionada por volta das 20h30 e encontrou a mulher trancada em um quarto com a filha durante a ocorrência.
  • O caso foi registrado no 2º Distrito Policial de Santo André como violência doméstica, lesão corporal, injúria, ameaça e desacato.
  • Sônia afirmou que espera medidas protetivas de urgência e que o foco é a segurança da filha de 13 anos, enquanto a defesa do suspeito não foi contatada pela emissora.

O major aposentado da Polícia Militar Ricardo Azevedo da Silva, de 54 anos, foi preso no sábado (28) em Santo André, no ABC Paulista, sob suspeita de violência doméstica e desacato. O caso envolveu a vítima, sua esposa, que estava com a filha no imóvel no momento da abordagem policial.

Ao chegar ao local, a polícia encontrou a vítima trancada em um quarto com a filha, que tinha 13 anos. Segundo a ocorrência, a mulher relatou ter sido mordida no rosto e que o major tentou esganá-la; a corporação informou sinais de embriaguez no suspeito durante o atendimento.

No domingo (29), Ricardo Azevedo da Silva foi liberado após audiência de custódia realizada em São Paulo, com a concessão de liberdade provisória. A Justiça informou a manutenção de protocolos até decisão definitiva sobre o caso.

A vítima, Sônia Nogueira, jornalista da CNN Brasil e esposa do major, afirmou em entrevista que teme pela segurança da filha e dela mesma. Ela destacou que a filha agiu com coragem para acionar a polícia e que pretende que medidas protetivas sejam aplicadas.

Segundo o registro policial, o caso foi registrado como violência doméstica, lesão corporal, injúria, ameaça e desacato no 2º Distrito Policial de Santo André. A jornalista pediu avaliação rigorosa das medidas de proteção durante o processo.

A CNN Brasil tenta contato com a defesa do suspeito. O espaço permanece aberto para manifestação oficial, sem novidades no momento.

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