- Guarda municipal de Marituba, no Pará, é apontado como chefe da principal facção criminosa do Amapá; ele permanece foragido e a esposa dele é procurada.
- A investigação indica que o líder agia à distância, coordenando a organização a partir do Pará.
- A distribuição de drogas utilizava rotas fluviais, com empresas de fachada recebendo pagamentos fracionados para enganar a fiscalização.
- Parte dos lucros era investida na compra de imóveis e veículos de luxo.
- A operação ocorreu em oito estados, incluindo Amapá e Pará; foram cumpridos 54 mandados de prisão preventiva e 64 de busca e apreensão, além de bloqueios, sequestros de bens e apreensão de veículos.
Uma operação da Polícia Civil do Pará revelou que um guarda municipal de Marituba, na região metropolitana de Belém, chefiava a principal facção criminosa atuante no Amapá. O suspeito permanece foragido. A investigação aponta que o líder atuava de forma remota, coordenando ações de dentro de uma cidade paraense.
Segundo as apurações, a distribuição de drogas ocorreu por rotas fluviais. Para ocultar o dinheiro do tráfico, a facção utilizava empresas de fachada com pagamentos fracionados, dificultando o rastreamento por autoridades. Parte do lucro era investido em imóveis e veículos de luxo.
A investigação envolveu a ação em seis estados além do Pará, incluindo o Amapá. Ao todo, foram cumpridos 54 mandados de prisão preventiva e 64 de busca e apreensão. Houve ainda bloqueio de contas, sequestro de bens e apreensão de veículos ligados à organização criminosa.
Envolvidos e desdobramentos
A esposa do suspeito está sendo procurada pelas autoridades, e a defesa não foi localizada até o momento. A prefeitura de Marituba informou que coopera com as investigações e que não apoia atividades ilegais. As apurações seguem para confirmar a extensão da liderança da facção e identificar outros integrantes.
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