- Incêndio atingiu uma distribuidora de tintas em Diadema, no ABC paulista; parte do galpão desabou e moradores de um condomínio vizinho tiveram que deixar os apartamentos; não houve vítimas e a causa é investigada.
- No Rio de Janeiro, o funkeiro MC Poze do Rodo afirmou à polícia que foi invadido por oito homens armados durante a madrugada, foi mantido refém e agredido; criminosos levaram joias avaliadas em R$ 2 milhões; ninguém foi preso.
- A Justiça anulou multas ambientais aplicadas a Neymar pela construção de um lago artificial na mansão dele, em Mangaratiba; o valor das multas era superior a R$ 16 milhões; o juiz entendeu que não houve irregularidades comprovadas e determinou que o município pague as custas do processo e da defesa.
Um incêndio atingiu uma distribuidora de tintas em Diadema, na Grande São Paulo. Parte do galpão desabou e moradores de um condomínio vizinho precisaram deixar os apartamentos durante o combate às chamas. Não há vítimas registradas. A causa é objeto de investigação.
Parte do empreendimento ficou destruída e a operação da empresa foi temporariamente interrompida. Bombeiros atuaram com bombas costais e de água para controlar o fogo, que começou na madrugada de hoje. Vizinhança foi orientada a evitar a área.
Moradores do condomínio vizinho relataram evacuação preventiva e a necessidade de acomodação temporária. Equipes de defesa civil monitoram a área para evitar novos riscos estruturais. O cenário permanece sob avaliação.
Assalto no Rio: MC Poze do Rodo
No Rio de Janeiro, o funkeiro MC Poze do Rodo informou à polícia que foi alvo de oito homens armados durante a madrugada. Ele disse ter sido levado como refém e sofreram agressões. Os criminosos fugiram com joias avaliadas em 2 milhões de reais. Ninguém foi preso.
Segundo a vítima, a ação ocorreu dentro de sua residência, em local não divulgado. A investigação continua para identificar autores e motivação do crime. A polícia busca imagens de câmeras de segurança e pistas na região.
Neymar: decisão judicial sobre multas ambientais
Ainda no Rio, a Justiça anulou as multas ambientais impostas ao jogador Neymar pela construção de um lago artificial em Mangaratiba. O montante original superava 16 milhões de reais. O juiz entendeu que não houve irregularidades comprovadas no empreendimento.
A decisão determinou que o município arque com as custas do processo e dos advogados de defesa. A prefeitura de Mangaratiba ainda não informou se irá recorrer da decisão. O caso envolve questões de licenciamento ambiental e uso do solo.
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