- A maioria das vítimas de feminicídio em Minas Gerais não tinha medida protetiva, segundo a Polícia Civil.
- A informação foi apresentada durante a 3ª fase da Operação Amparo, que cumpriu mais de 100 prisões no estado.
- O delegado-geral João Henrique de Almeida disse que a operação visa combater a violência contra a mulher e ampliar a proteção às vítimas.
- A operação identificou a ausência de medidas protetivas como fator relevante, reforçando a necessidade de fiscalização e acompanhamento.
- Além de prisões, houve ações de fiscalização e conscientização, e a Polícia Civil afirmou que continuará investindo na prevenção e no enfrentamento da violência contra a mulher.
A 3ª fase da Operação Amparo, realizada pela Polícia Civil de Minas Gerais, cumpriu mais de 100 prisões no estado. A ação teve como objetivo ampliar o combate à violência contra a mulher e fortalecer a proteção às vítimas.
Durante a coletiva nesta quarta-feira (31), ficou evidenciado que a maioria das vítimas de feminicídio não possuía medida protetiva. O dado foi apresentado pela própria Polícia Civil como desdobramento da operação.
O delegado-geral João Henrique de Almeida destacou que a operação reforça a fiscalização e o acompanhamento de medidas de proteção, além de ações de prevenção e conscientização. Ele afirmou que a atuação busca reduzir feminicídios e ampliar a segurança das mulheres mineiras.
Resultados e desdobramentos da operação
A Polícia Civil informou que, além das prisões, houve fiscalização em todo o estado e atividades de orientação às vítimas. A expectativa é manter investimentos na prevenção e no enfrentamento à violência de gênero, com foco na proteção das mulheres. Almeida ressaltou a continuidade das ações para garantir maior eficácia na resposta aos casos de violência.
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