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Polícia prende integrante da milícia de Orlando Curicica em Nilópolis, RJ

Miliciano Sandro Negão, ligado a Orlando Curicica, é preso em Nilópolis por homicídio, porte de arma, receptação e organização criminosa; milícia atua na zona oeste do Rio

Criminoso já foi alvo de investigações sobre assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes
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  • Policiais civis prenderam na segunda-feira, 30, Sandro Negão, miliciano ligado à milícia de Orlando Curicica, em Nilópolis (Baixada Fluminense).
  • Ele é acusado de homicídio, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, receptação e organização criminosa.
  • A milícia atua principalmente na zona oeste do Rio, explorando transporte alternativo, comércio irregular e cobrança de taxas de moradores e comerciantes.
  • Sandro Negão já tinha sido alvo de operação conjunta entre a Delegacia de Homicídios da Capital e o Ministério Público, ligada aos assassinatos da vereadora Marielle Franco e de Anderson Gomes.
  • Foram cumpridos mandados de prisão preventiva e de condenação já transitada em julgado; a milícia é estruturada com lideranças, gerentes de áreas e seguranças.

Policiais civis prenderam na segunda-feira (30) um miliciano acusado de homicídio, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, receptação e organização criminosa. A operação ocorreu em Nilópolis, na Baixada Fluminense.

A prisão faz parte de investigações da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). O suspeito integra a milícia comandada por Orlando Oliveira de Araújo, conhecido como Orlando Curicica, hoje detido. O grupo atua principalmente na zona oeste do Rio de Janeiro, explorando transporte alternativo, comércio irregular e cobrança de taxas de moradores e comerciantes.

O criminoso já era alvo de uma operação conjunta da DHC com o Ministério Público, dentro das investigações sobre os assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. As diligências apuram uma milícia estruturada, com divisão de funções entre lideranças, gerentes de áreas, seguranças e responsáveis por atividades ilícitas como venda de produtos ilegais e receptação de veículos.

Foram cumpridos mandados de prisão preventiva e um mandado decorrente de condenação transitada em julgado contra o miliciano. As apurações apontam uma organização hierarquizada com atuação integrada entre diferentes frentes criminosas.

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