- A Polícia Civil realizou a Operação Nivek para desarticular grupo investigado por tráfico de drogas, comércio ilegal de armas e recrutamento de motoristas de aplicativo para distribuir entorpecentes.
- Foram cumpridos vinte e oito mandados de busca e apreensão e vinte e oito de prisão preventiva em Charqueadas, Rio Grande, Montenegro, Venâncio Aires, Canoas e Porto Alegre; ao todo, vinte e uma pessoas foram presas.
- A investigação começou com denúncia sobre um imóvel em Esteio usado para tráfico; os envolvidos recrutavam motoristas para distribuir cocaína, maconha, ecstasy, LSD e MDMA, além de armas.
- Em uma abordagem, foram apreendidos no veículo 2,39 kg de maconha, 56 comprimidos de ecstasy, 5,5 g de cocaína, sementes de maconha, balança de precisão e cinco celulares; o sigilo de um aparelho foi quebrado para confirmar informações.
- As apurações indicam atuação em tráfico, associação criminosa, porte e posse de arma, comércio de armas, extorsão e sequestro, com mensagens entre investigados e detentos para planejar crimes.
A Polícia Civil do Rio Grande do Sul deflagrou a Operação Nivek nesta quarta-feira, na região metropolitana de Porto Alegre. O objetivo foi desarticular um grupo investigado por tráfico de drogas, comércio ilegal de armas e recrutamento de motoristas de aplicativo para distribuir entorpecentes. A ação ocorreu em várias cidades da região.
Ao todo, a operação cumpriu 28 mandados de busca e apreensão e 28 de prisão preventiva. 21 pessoas foram presas. Os registros aconteceram em Charqueadas, Rio Grande, Montenegro, Venâncio Aires, Canoas e Porto Alegre. A mobilização envolveu equipes da Polícia Civil.
A investigação teve início a partir de uma denúncia sobre um imóvel em Esteio utilizado para o tráfico. Segundo apuração, o grupo recrutava motoristas de apps para distribuir cocaína, maconha, ecstasy, LSD e MDMA, além de armas de fogo.
Desdobramentos da operação
Durante a ação, um veículo foi abordado e um integrante foi detido. No carro, foram apreendidos 2,39 kg de maconha, 56 comprimidos de ecstasy, 5,5 g de cocaína, sementes de maconha, uma balança de precisão e cinco celulares.
A prisão levou à quebra do sigilo de um dos aparelhos, confirmando informações da denúncia e permitindo identificar outros membros do grupo criminoso.
As investigações indicam que o grupo também atuava em crimes como tráfico de drogas, associação criminosa voltada ao tráfico, porte e posse ilegal de arma, comércio ilícito de armas, extorsão e sequestro.
A polícia ainda mapeou trocas de mensagens entre investigados e detentos no sistema prisional, com o objetivo de planejar sequestros e a compra e venda de entorpecentes.
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