- A prefeitura de Belo Horizonte anunciou vacinação domiciliar para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), em homenagem ao Dia Mundial da Conscientização do Autismo.
- A medida busca ampliar o acesso à imunização, oferecendo mais conforto, segurança e acolhimento para quem tem TEA ou dificuldade de deslocamento.
- O atendimento pode ser solicitado presencialmente em um centro de saúde de referência ou pela internet, pelo portal da prefeitura.
- Na opção presencial, é preciso documento de identificação com foto e comprovante do diagnóstico; a visita é agendada pela equipe, respeitando necessidades do paciente.
- No formato online, o cadastro é feito no sistema da prefeitura com CPF e dados pessoais, e a documentação comprobatória deve ser apresentada no momento da vacinação; as equipes atuam de forma humanizada.
A Prefeitura de Belo Horizonte anunciou a oferta de vacinação domiciliar para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A medida foi anunciada nesta quinta-feira (2), Dia Mundial da Conscientização do Autismo, com o objetivo de ampliar o acesso à imunização.
A iniciativa busca oferecer mais conforto, segurança e acolhimento a pacientes com TEA e a pessoas com condições clínicas ou funcionais que dificultam o deslocamento até uma unidade de saúde, conforme declaração da subsecretária de Atenção à Saúde, Raquel Felisardo Rosa.
Como funciona o serviço? A vacinação pode ser solicitada presencialmente em um centro de saúde de referência ou pela internet, via portal da Prefeitura. No atendimento presencial, é preciso levar documento com foto e comprovante do diagnóstico de TEA.
No formato online, o solicitante faz o cadastro no sistema municipal, informa o CPF e dados pessoais, seleciona TEA e finaliza o registro. A documentação comprobatória deve ser apresentada no momento da vacinação.
As equipes são treinadas para aplicar as doses de forma humanizada, ajustando o atendimento às necessidades sensoriais e comportamentais de cada paciente. A medida reforça o foco em inclusão e acessibilidade.
A vacinação domiciliar, segundo a gestão municipal, integra políticas de acesso à saúde que visam reduzir barreiras e facilitar o atendimento para públicos com maior dificuldade de deslocamento.
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