- Psicóloga Joyse Gonçalves de Oliveira, 39 anos, de Itupeva, São Paulo, está grávida novamente, com cerca de 21 semanas, mesmo após laqueadura e vasectomia do marido.
- O casal não planejou a gestação; as gravidezes foram espontâneas, ocorrendo mesmo usando aborto/controle casual de natalidade.
- A penúltima gravidez, da filha Isabella, ocorreu após a vasectomia do marido em 2022, levando Joyse a fazer a laqueadura.
- A laqueadura foi realizada sem orientação pós-operatória clara; o marido confirmou dificuldades técnicas no procedimento de vasectomia.
- A gestação atual avança sem intercorrências aparentes, mas o casal avalia próximos passos, incluindo mudança de casa, com Joyse suspendendo a carreira e o marido cogitando repetir a vasectomia.
A psicóloga Joyse Gonçalves de Oliveira, 39 anos, de Itupeva, São Paulo, descobriu estar grávida novamente após procedimentos contraceptivos definitivos do casal. Ela já é mãe de oito filhos e afirma que a gestação não estava prevista. O marido, Leonardo Gomes de Oliveira, 43, havia feito vasectomia.
O casal não planejava aumentar a família. Joyse teve a laqueadura após a gravidez anterior, e o marido passou por vasectomia. Ela relata que não houve orientação específica após o procedimento definitivo.
A gravidez atual, com cerca de 21 semanas, ocorreu mesmo com a laqueadura e o método de vasectomia usados pelo casal. Joyse descreve que as últimas gestações envolveram complicações médicas, como diabetes gestacional e hipertensão, e que a situação atual é monitorada pela equipe de saúde. Não houve confirmação de indicação clínica para interromper a gestação.
Desdobramentos familiares e próximos passos
Joyse e Leonardo têm planos de reorganizar a vida familiar, inclusive buscando uma casa maior. Ela planeja pausar a carreira temporariamente para acompanhar a gestação. Sobre os métodos contraceptivos, Joyse afirma que não pretende fazer laqueadura novamente, enquanto o marido considera repetir o procedimento. A gestação segue sem intercorrências graves até o momento.
A história é relatada pela psicóloga em entrevista à publicação CRESCER e destaca a raridade de casos em que procedimentos contraceptivos definitivos não impedem novas gestações. A família continua sob acompanhamento médico para o desdobramento da gravidez.
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