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Riscos do transporte por moto persistem com regulamentação, alerta especialista

Especialista alerta que a garupa permanece vulnerável; a lei regula o serviço, mas prioriza redução de impacto e exige maior formação e fiscalização

Um dos pontos centrais da nova lei é a exigência de que o condutor tenha, no mínimo, dois anos de habilitação
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  • Duas passageiras morreram em Belo Horizonte nesta semana, elevando o debate sobre segurança no transporte por moto.
  • A cidade aguarda a entrada em vigor da Lei 11.986/2026, que regulamenta o serviço a partir de junho.
  • As ocorrências ocorreram no Nova Suíssa (Ana Carolina Nogueira, 28) e no Anel Rodoviário (mulher de cerca de 30).
  • A especialista em trânsito alerta que a posição da garupa é de desvantagem crítica, com maior exposição durante acidentes.
  • Mesmo com a regulamentação, ressalta que as medidas atuais visam reduzir impactos; para mudanças estruturais, defende controle de frota, fiscalização na habilitação e treinamento dos condutores, ainda considerado superficial.

Duas mortes de passageiras em Belo Horizonte, em apenas uma semana, acendem o debate sobre a segurança no transporte por moto com passageiros. A cidade aguarda a entrada em vigor da Lei 11.986/2026, que regulamenta o serviço a partir de junho. Especialistas destacam que a vulnerabilidade da garupa vai além da burocracia.

Os acidentes fatais ocorreram no Nova Suíça, onde Ana Carolina Nogueira, 28 anos, perdeu a vida, e no Anel Rodoviário, em acidente envolvendo uma mulher de cerca de 30 anos. A violência do impacto é destacada por especialistas, que apontam a posição desvantajosa da garupa durante emergências.

Regulamentação em foco

A lei publicada em 26 de março busca organizar o setor e estabelecer requisitos mínimos. Para a especialista, a norma atua mais na redução de impactos após o acidente do que na prevenção. Ela defende medidas adicionais para mudanças estruturais.

Segundo a análise, o controle de frota e a fiscalização na formação dos condutores precisam ser mais rígidos para reduzir sinistros. Sobre o treinamento previsto, há cautela: ainda é considerado superficial, indicando necessidade de direção defensiva e preventiva.

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