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RJ registra aumento de denúncias de linha chilena e cerol após novas vítimas

Denúncias de linha chilena e cerol sobem no RJ, destacando risco letal do material proibido e investigação para identificar o responsável

RJ: número de denúncias de linha chilena e cerol disparam após causar mais vítimas
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  • No Rio de Janeiro, denúncias sobre linha chilena e cerol mais que dobraram: foram 561 em 2024, 1.203 em 2025; neste início de 2026 já são 110 casos nos três primeiros meses.
  • A linha chilena é ainda mais cortante que o cerol, pois contém vidro moído, pó de ferro e óxido de alumínio; venda e uso são proibidos por lei.
  • A pena varia de três meses a um ano de prisão, com agravantes se houver feridos ou morte.
  • Um motociclista de 45 anos, Leandro Rezende Cardoso, foi atingido pela linha ao voltar para casa; não resistiu e o corpo foi enterrado neste sábado.
  • A Polícia Civil investiga a quem pertencia a linha que matou Leandro; ele deixa uma filha de 15 anos.

O estado do Rio de Janeiro registrou um forte aumento nas denúncias sobre o uso de linha chilena e cerol, materiais cortantes usados para empinar pipas. O crescimento ocorreu após relatos de acidentes que resultaram em ferimentos e mortes. A polícia acompanha os casos e as denúncias aumentaram significativamente.

Leandro Rezende Cardoso, 45 anos, morreu após ser atingido por uma linha chilena enquanto voltava para casa. Um vídeo de câmera de segurança registrou o momento da queda. O administrador deixa uma filha de 15 anos e o estado investiga a origem da linha.

A linha chilena é ainda mais cortante que o cerol, contendo vidro moído, pó de ferro e óxido de alumínio. A venda e o uso são proibidos no RJ e em outros estados, com pena de três meses a um ano de prisão, aumentada se houver feridos ou morte.

Aumento de denúncias e apurações

As denúncias saltaram de 561 em 2024 para 1.203 em 2025. Nos três primeiros meses de 2026, já foram contabilizados 110 casos. A Polícia Civil investiga a quem pertence a linha que matou Leandro, buscando responsabilizar os envolvidos.

As autoridades destacam a gravidade do material proibido e reiteram que o consumo pode provocar ferimentos graves ou mortes. Não há ainda informações sobre prisões relacionadas aos casos recentes.

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