- Criança autista de 13 anos desapareceu na segunda-feira em Marília e foi localizada sem vida na madrugada desta terça, em uma lagoa do Centro de Tratamento de Esgoto Barbosa, a cerca de 870 metros da chácara onde sumiu.
- Roupas e celular da vítima foram encontrados próximo ao local em que o corpo foi achado.
- A investigação aponta como provável causa da morte um acidente, com hipóteses de afogamento ou de escorregamento na lona plástica que reveste a lagoa; não houve sinais de violência segundo a perícia inicial.
- O caso é registrado como morte acidental e segue em apuração pela polícia científica.
- A criança era irmão do atleta profissional de e-sports Gustavo Rossi, conhecido como Sacy; ele agradeceu a ajuda durante as buscas nas redes sociais.
A criança autista de 13 anos desaparecida em Marília, no interior de São Paulo, foi encontrada sem vida. O garoto João Raspante Neto sumiu da chácara da família na tarde de segunda-feira e foi localizado na madrugada desta terça, em uma lagoa do Centro de Tratamento de Esgoto Barbosa, a cerca de 870 metros do local do sumiço. A hipótese inicial é de morte acidental, com duas possibilidades a serem apuradas: afogamento ou escorregamento na lona que reveste a lagoa.
A Polícia Científica já esteve no local e não houve sinais de violência aparente. A investigação segue para confirmar as causas da morte e apurar as circunstâncias do incidente. Próximo ao corpo, foram encontrados roupas e o celular da vítima.
Os investigadores informaram que a lona da lagoa é bastante lisa e o talude é íngreme, o que pode ter dificultado a saída do garoto caso tenha caído na água durante o acidente. A Defesa Civil de Marília destacou a presença de sinais de escorregamento na lona no ponto onde as peças foram localizadas. A perícia continua em andamento.
Vínculo familiar com atleta de eSports
O garoto era irmão do campeão mundial de eSports Gustavo Rossi, conhecido como Sacy. Nas redes sociais, Sacy havia pedido ajuda para encontrar o irmão. Após a confirmação do óbito, ele agradeceu a participação de todos que contribuíram com as buscas e afirmou estar sem palavras diante da perda.
A família já havia divulgado que João era autista não verbal, com o diagnóstico de TEA nível 3, o que indica necessidade de suporte intenso. As autoridades permanecem na investigação para esclarecer todas as hipóteses, sem divulgação de conclusões prematuras.
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