- Comissário de bordo americano desapareceu em Medelín, Colômbia, após deixar uma festa com criminosos que já tinham histórico de roubos.
- A morte dele reacende o debate sobre a escopolamina, conhecida como “sopro do diabo”, droga usada por golpistas para fazer vítimas obedecer e esquecer.
- Na medicina, a substância é utilizada em doses controladas para tratar enjoo e sintomas pós‑cirúrgicos.
- Criminosos costumam colocar a droga em bebidas, comidas ou cigarros para fazer as pessoas entregarem pertences e acompanhá-los a caixas eletrônicos.
- Os sintomas variam conforme a dose e podem incluir confusão, lembrança apagada, alucinações e comportamento automático.
O caso de um comissário de bordo que desapareceu durante uma escala em Medellín, na Colômbia, reacende a discussão sobre a escopolamina, conhecida como “sopro do diabo”. Eric Fernando Gutierrez Molina, 32 anos, sumiu no final de março após sair de uma festa com criminosos com histórico de roubos.
A substância é famosa por fazer a pessoa perder o controle das ações e apagar a memória. Em medicina, é usada em doses controladas para tratar enjoos e sintomas pós-cirúrgicos.
Entre criminosos, a droga é empregada para que as vítimas esqueçam o ocorrido e obedeçam ordens. Ela é administrada em bebidas, comidas ou até em cigarros, facilitando roubos e transferências de dinheiro em caixas eletrônicos.
Relatos apontam que o uso também já ocorreu em casos de violência sexual, rendendo a alcunha de “droga do estupro”. Os efeitos variam conforme a dosagem, indo de confusão mental a alucinações.
Em ambiente hospitalar, a escopolamina é aplicada com supervisão médica em pequenas quantidades. Em excesso, pode provocar delírio, amnésia e aceleração cardíaca.
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