- A influenciadora Mariana Goldfarb expôs mensagens recebidas de um perseguidor anônimo via Instagram nesta terça-feira (7).
- O homem diz: “Mari, você será minha mulher” e “eu serei o homem que te fará feliz para sempre”.
- Ela relatou medo constante diante das ameaças e tornou o relato público para alertar sobre o stalking.
- Em seu desabafo, mencionou os riscos que as mulheres enfrentam em todos os ambientes: trabalho, academia, rua e internet, destacando a necessidade de hipervigilância.
- A influenciadora ressaltou que, embora haja violência doméstica, a perseguição pode ocorrer em diferentes espaços e situações.
Mariana Goldfarb expôs nesta terça-feira (7) mensagens de um perseguidor anônimo recebidas pelas redes sociais, via Instagram. A influenciadora descreveu que o homem afirma, repetidamente, que será sua esposa, mantendo a insistência mesmo após o contato inicial. O objetivo das publicações foi alertar sobre o assédio e a perseguição virtual que ela vem enfrentando.
Segundo Goldfarb, as mensagens também indicam planos de aproximação constantes, reforçando um comportamento de vigilância e de insistência indevida. A influenciadora ressaltou o sentimento de medo que isso lhe causa, além da percepção de que esse tipo de perseguição não fica restrito a um ambiente específico.
Ela ainda comentou sobre os riscos que enfrentam as mulheres em diferentes contextos, como trabalho, academia, ruas e internet. A fala original reforça a necessidade de reconhecer a hipervigilância a que muitas mulheres estão sujeitas e de buscar medidas para reduzir os episódios de violência e intimidação no ambiente digital.
Riscos para mulheres
A influenciadora destacou que a violência contra mulheres não se limita a ações diretas; a perseguição online pode gerar sensação permanente de ameaça. O relato reforça a importância de políticas públicas e de plataformas digitais adotarem mecanismos eficazes de denúncia e de proteção às vítimas.
Contexto de segurança
Especialistas lembram que casos de stalking costumam exigir resposta rápida das autoridades e apoio a quem recebe as ameaças. Medidas de privacidade, bloqueio de contatos e registro formal de ocorrências são apontadas como caminhos para reduzir o impacto desse tipo de assédio.
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