- A Polícia Federal realizou, nesta terça-feira, 7, uma operação contra um homem suspeito de armazenar e compartilhar conteúdos de abuso sexual infantojuvenil.
- A investigação teve início a partir de relatórios do National Center for Missing & Exploited Children (NCMEC), que apontaram contas em plataformas digitais usadas para aquisição e disseminação de imagens e vídeos.
- Ao todo, foram identificados mais de 500 arquivos com material abusivo que estaria sendo disponibilizado publicamente e possivelmente comercializado com terceiros.
- A ofensiva faz parte de ações desde a segunda-feira (6), incluindo a Operação Guardião Digital III, com mandado de busca e quebra de sigilo; nesta terça, houve prisões em Macapá (AP) e Nova Iguaçu (RJ), totalizando três detidos.
- O caso ocorreu em João Pessoa (PB), envolvendo suspeitos de armazenar conteúdos ilícitos envolvendo crianças e adolescentes.
A Polícia Federal realizou nesta terça-feira (7) uma operação contra um suspeito de armazenar e compartilhar conteúdos de abuso sexual infantojuvenil. A ação teve início após a divulgação de relatórios do National Center for Missing & Exploited Children (NCMEC), que apontaram contas em plataformas digitais usadas para aquisição e disseminação de arquivos ilícitos.
Segundo a PF, o investigação identificou o responsável por gerenciar múltiplas contas digitais ligadas ao material. Ao todo, foram encontrados mais de 500 arquivos com imagens e vídeos de abuso envolvendo crianças e adolescentes.
A operação teve participação de policiais federais em João Pessoa (PB), onde houve cumprimento de mandado de busca e apreensão e quebra de sigilo telemático. O suspeito foi informado sobre os próximos passos do processo.
Ainda nesta terça-feira, ações em Macapá (AP) e Nova Iguaçu (RJ) resultaram na prisão em flagrante de três pessoas. Elas também estavam em posse de materiais com cenas de abuso infantil, segundo a PF.
A força ressaltou que as ofensivas contra o abuso infantojuvenil se intensificaram desde a segunda-feira (6), com a deflagração da Operação Guardião Digital III. As ações visam interromper a divulgação e o comércio de conteúdo abusivo.
A PF informou que as investigações continuam para identificar possíveis coautores e clientes que teriam adquirido ou acessado as imagens e vídeos. O objetivo é esclarecer a extensão do compartilhamento e responsabilizar os envolvidos.
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