- Leandro da Luz Silva, 36, conhecido como “Nike”, foi preso em Mongaguá, no litoral paulista, apontado como integrante do PCC e disciplinador da organização na região.
- Ele seria o responsável por conduzir o chamado “tribunal do crime” na cidade.
- a prisão é desdobramento da detenção de Ariane de Pontes Rolim, conhecida como “Pandora”, considerada rainha da disciplina do PCC no litoral sul e no Vale do Ribeira.
- a identificação de Nike partiu do cruzamento de informações do celular apreendido com Pandora durante a prisão dela.
- na operação foram apreendidos dois aparelhos celulares na residência de Nike, com mandados de prisão temporária e de busca e apreensão cumpridos.
Leandro da Luz Silva, 36 anos, conhecido como Nike, foi preso na manhã desta segunda-feira em Mongaguá, no litoral de São Paulo. Ele é apontado como integrante do PCC e responsável pela disciplina na cidade, segundo a Dise de Itanhaém.
A prisão de Nike é um desdobramento da operação que mirou Ariane de Pontes Rolim, conhecida como Pandora, presa no dia 10 de março em Itanhaém. A investigação cruzou informações do celular dela para identificar a atuação de Nike no litoral sul.
De acordo com as apurações, Nike conduzia o que é chamado de tribunal do crime na região. A JustiçaExpediu mandados de prisão temporária e de busca e apreensão contra o suspeito. Dois aparelhos celulares foram apreendidos na residência durante as diligências.
Pandora: a rainha da disciplina do PCC
Ariane de Pontes Rolim, de 30 anos, foi apresentada pela polícia como responsável pela disciplina da facção no litoral sul e no Vale do Ribeira. Ela foi presa com sinais de ferimento facial e informou estar grávida de três meses.
Na hierarquia do PCC, Pandora atuava como liderança regional, exercendo a função de monitorar conduta, mediar conflitos e impor regras. Documentos encontrados na prisão indicaram o papel de supervisão de punições dentro da organização.
Durante a ação, os agentes recolheram um caderno com a contabilidade do tráfico e o celular de Pandora. As investigações apontam que o grupo utilizava sistemas de mensagens para enviar relatórios internos e atualizar a liderança sobre disputas territoriais e operações criminosas.
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