- A Anvisa determinou a apreensão de azeite de oliva extravirgem de uma marca específica e proibiu venda, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso do produto.
- A medida foi publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira, 8, após análises que identificaram substâncias não autorizadas e irregularidades na rotulagem e na origem.
- A marca alvo não foi divulgada pela Anvisa; consumidores são orientados a verificar a procedência do azeite e evitar itens com informações divergentes ou ilegíveis.
- A fiscalização será intensificada em pontos de venda para coibir produtos falsificados ou adulterados e garantir segurança alimentar.
- A Anvisa também recomenda que o público denuncie irregularidades pelo site oficial ou pelo telefone 0800 611 97 97.
A Anvisa determinou a apreensão de azeite de oliva extravirgem de uma marca específica e proibiu a comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso do produto. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (8).
A medida ocorreu após análises de laboratório que identificaram substâncias não autorizadas na composição do azeite, além de irregularidades na rotulagem e na origem do produto. O objetivo é proteger a saúde do consumidor e manter padrões de qualidade dos alimentos no país.
A marca alvo não foi divulgada oficialmente. A Anvisa orienta consumidores a verificar a procedência do azeite adquirido e evitar itens com informações divergentes ou ilegíveis na embalagem. A fiscalização será intensificada para coibir produtos falsificados ou adulterados.
Além disso, a apreensão envolve suspensão de qualquer publicidade relacionada ao produto. Haverá ações de fiscalização em pontos de venda e estabelecimentos comerciais, para assegurar conformidade com normas sanitárias.
A agência também orienta que consumidores denunciem irregularidades relacionadas à comercialização de azeite de oliva extravirgem ou de outros alimentos, pelo site oficial ou pelo telefone 0800 611 97 97.
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