- A mãe Maiara Ferreira foi detida após enviar à avó paterna um vídeo em que agride a filha de três meses e a ameaça de tirar a vida das duas.
- A avó denunciou o caso à polícia, e as autoridades foram à residência em São Paulo, onde a criança foi entregue e a mãe acabou se entregando.
- A bebê permanece internada, acompanhada pela avó, com a recuperação em curso e sem sequelas graves, conforme relatos da avó à RecordTV.
- A mãe confessou o crime à polícia, atribuindo a motivação ao fim do relacionamento; a delegada destacou histórico de depressão pós-parto como fator adicional.
- A guarda da bebê ficou com o pai, com a avó atuando como suporte; a prisão é preventiva e depende de decisão judicial.
Uma mãe foi detida após agredir a filha de três meses. A avó paterna acionou a polícia depois de receber um vídeo em que a mãe aparece maltratando a bebê e em que a própria ameaça tirar a vida das duas. O caso ocorreu em São Paulo, onde a mãe entregou a criança às autoridades e, em seguida, se trancou na residência, sendo presa preventivamente.
A avó relatou à imprensa que a situação veio à tona depois de receber mensagens e o vídeo enviado pela filha. A bebê segue internada em hospital da capital, sob observação médica. A família informou que a criança não sofreu lesões graves, mas apresenta hematomas e dor em áreas como rosto e orelha.
A mãe confessou o que fez, segundo a delegada responsável pelo caso, citando questões relacionadas ao término do relacionamento com o pai da criança. A polícia registrou o crime como tortura, modalidade prevista como crime imprescritível e inafiançável. A prisão preventiva permanece em vigor até a definição judicial.
O pai da bebê já criou a guarda da filha. A avó paterna afirmou que atuará como suporte na criação, enquanto o pai fica com a guarda formal. A delegada comentou ainda que a atuação policial busca proteger a vítima, independentemente de gênero ou relação familiar.
Desenvolvimento do caso
A autoridade policial informou que a mãe tem histórico de depressão pós-parto, o que pode ter influenciado o julgamento. A audiência de custódia confirmou a manutenção da prisão preventiva, com duração a ser definida pelo juiz. Não foram divulgadas informações sobre outras possíveis ações legais envolvendo a mãe ou o ex-companheiro.
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