- Nos primeiros três meses de 2026, foram registrados 1.042 acidentes com animais peçonhentos no Amazonas, um aumento de 4,3% em relação ao mesmo período de 2025.
- Manaus teve o maior número de ocorrências (153), seguido por Tefé (56), Itacoatiara (55), Coari (47) e Presidente Figueiredo (44).
- Entre os tipos de acidentes, serpentes responderam por 573 casos, escorpiões por 148 e aranhas por 113.
- A análise aponta que as fortes chuvas e áreas alagadas aproximam animais de residências, elevando o risco de contato com pessoas.
- Em prevenção, a Fundação de Vigilância em Saúde recomenda ambientes limpos, evitar entulhos e usar EPIs como botas, luvas e perneiras, além de checar roupas e calçados antes de usar.
O Amazonas registrou mais de mil casos de acidentes com animais peçonhentos no início de 2026. Entre janeiro e março, houve 1.042 ocorrências, um aumento de 4,3% em relação ao mesmo período de 2025. Os dados são da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas.
As áreas alagadas pelo período de chuvas forçam cobras, escorpiões e aranhas a buscar abrigo próximo às residências, elevando o risco de encontros com a população. As informações são consolidadas pela Gerência de Zoonoses da Diretoria de Vigilância Ambiental.
Na primeira etapa de 2025, foram 999 acidentes; em 2026, subiram para 1.042. A diretora-presidente da fundação, Tatyana Amorim, orienta atendimento médico imediato em casos de picadas, sem automedicação, para ampliar as chances de recuperação.
Municípios com mais registros
Durante os três primeiros meses de 2026, Manaus teve 153 ocorrências, seguido por Tefé (56), Itacoatiara (55), Coari (47) e Presidente Figueiredo (44). Serpentes concentraram 573 dos casos, seguidas por escorpiões (148) e aranhas (113).
Outros animais envolvidos incluem abelhas e lagartas, conforme monitoramento da FVS-RCP. As informações ajudam a orientar ações de vigilância e prevenção nas cidades da região.
Prevenção é essencial
A fundação recomenda manter ambientes limpos e sem acúmulo de lixo e entulho. Em áreas de risco, usar EPIs como botas, luvas e perneiras. Verificar roupas e calçados antes do uso e realizar inspeções constantes em quintais, jardins e dentro de casa.
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