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Ciclone extratropical causa falta de energia e queda de árvores no RS

Ciclone extratropical provoca queda de árvores e queda de energia no RS; ventos de até 122 km/h mobilizam equipes e interrompem vias

O Rio Grande do Sul apresentou fortes ventos na região Sul do estado, nesta quarta-feira (8)
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  • Ciclone extratropical atingiu o Rio Grande do Sul entre terça e quarta-feira, trazendo temporais, chuva intensa e ventos que chegaram a até 122 km/h.
  • Em Hermenegildo, a RS-833 ficou obstruída pela queda de árvores por volta de 6h30; a desobstrução foi concluída pela prefeitura pela manhã.
  • Na região, houve queda de energia em diversos municípios: cerca de 9 mil clientes ficaram sem luz em Hermenegildo, em 17 ocorrências, com priorização para áreas de maior impacto.
  • Outros municípios registraram impactos, como quedas de árvores e danos a postes, fios e estruturas, sem relatos de desabrigo de famílias até o momento.
  • Santa Vitória do Palmar registrou as maiores rajadas, com 76,3 km/h em seis horas e 91,1 km/h em doze horas; Pelotas e Piratini tiveram os maiores acumulados de chuva em seis horas (respectivamente 5,4 mm e 5 mm).

O ciclone extratropical que atingiu a região Sul do Rio Grande do Sul nesta semana provocou fortes ventos, chuvas intensas e interrupção no fornecimento de energia. As autoridades confirmaram que o sistema começou a afetar o estado entre terça (7) e quarta-feira (8), mantendo o estado em alerta.

Os ventos romperam registros em várias cidades, com quedas de árvores, quedas de postes e danos à rede elétrica. Em Hermenegildo, houve obstrução na RS-833 por queda de árvore por volta de 6h30, e equipes da prefeitura efetuaram a desobstrução ainda pela manhã. A estação local marcou ventos de 92,5 km/h, enquanto outra estação do Inmet registrou rajadas de até 122 km/h.

Desdobramentos e impactos

A concessionária CEEE Equatorial informou que aproximadamente 9 mil clientes ficaram sem energia em Hermenegildo, distribuídos em 17 ocorrências. O atendimento prioriza áreas com maior número de pessoas e situações de risco.

Outros municípios também registraram danos. Em Cidreira, houve queda de energia, derrubada de oito postes e danos em muros de quatro residências, deixando o centro sem luz. Rio Grande registrou quedas de árvores, fios e até um muro sobre veículos. Em Santa Vitória do Palmar, houve queda de árvores e postes, com falta de energia em alguns bairros.

Em Santa Vitória do Palmar, as maiores rajadas ocorreram ao longo de seis horas (76,3 km/h) e 12 horas (91,1 km/h). Pelotas e Piratini tiveram os maiores acumulados de chuva em seis horas, com 5,4 mm e 5 mm, respectivamente.

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