- Uma criança de 1 ano e 9 meses morreu após ser levada por um homem de 32 anos a uma base da Polícia Militar no Anel Rodoviário, em Belo Horizonte; ele disse que a vítima estava engasgada.
- Uma mulher de 34 anos, que não é mãe da criança, também participou do pedido de ajuda ao perceber a situação.
- No trajeto para a UPA Oeste, os militares realizaram manobras de primeiros socorros; na entrada da unidade, a vítima já havia falecido e foram encontrados hematomas no rosto, sangramento no nariz e nas nádegas.
- O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal para perícia; o caso é investigado pela Polícia Civil como possível maus-tratos.
- O suspeito afirmou que, no dia anterior, a mãe da criança havia entrado em trabalho de parto e sido levada ao Hospital Odete Valadares, e que encontrou a criança aparentemente engasgada por volta das 22h após retornar para buscar transporte.
Uma criança de 1 ano e 9 meses morreu após ser levada por um homem de 32 anos a uma base da Polícia Militar no Anel Rodoviário, no bairro Indústrias II, em Belo Horizonte. O homem disse que o menino estaria engasgado.
Uma mulher de 34 anos, que não é mãe da vítima, também participou do pedido de ajuda ao perceber sinais de gravidade. No trajeto, os militares iniciaram manobras de primeiros socorros tentando reanimar o garoto.
Na UPA Oeste, a equipe médica confirmou o óbito. A avaliação inicial apontou que a temperatura indicava falecimento cerca de uma hora antes da chegada, além de sinais suspeitos como hematomas no rosto e sangramentos nasal e na região das nádegas.
Investigação
O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal para exames que esclareçam as causas da morte e a origem das lesões. O homem informou que, no dia anterior, a mãe da criança havia entrado em trabalho de parto e sido levada ao hospital; ele ficou responsável pelos enteados.
Ainda segundo o relato, por volta das 19h o homem saiu para pedir transporte por aplicativo ao hospital, retornando por volta das 22h com a criança aparentemente engasgada. A vítima chegou a vomitar e recebeu apoio de um vizinho até a base da PM, onde foi feito o atendimento inicial. O suspeito foi atendido na UPA Oeste e liberado.
A Polícia Civil assume a investigação do caso para esclarecer as circunstâncias da morte e apurar possíveis irregularidades de maus-tratos.
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