- A Justiça de Pernambuco decretou a prisão preventiva do médico Marcelo Alves Vasconcelos, investigado pela morte da paciente Adriana Barros Lima Laurentino, de 46 anos, horas após um procedimento estético de harmonização nos glúteos no Recife, em janeiro de 2025.
- A decisão, tomada pela 3ª Vara do Tribunal do Júri da Capital, ocorreu mais de um ano após o ocorrido e aponta garantia da ordem pública e da saúde pública como base, além da possibilidade de repetição das condutas. Marcelo é considerado foragido.
- O mandado também marcou a audiência de instrução para o dia 22 de setembro de 2026, às 8h30, em formato híbrido com possibilidade de videoconferência.
- A família da vítima afirma que o procedimento utilizou polimetilmetacrilato (PMMA), substância não recomendada para fins estéticos pela Anvisa. A morte foi registrada como “Outras Ocorrências Contra a Pessoa” pela Polícia Civil de Pernambuco.
- Na época, o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco informou que o médico não possuía inscrição ativa no órgão e que a clínica não tinha estrutura adequada para esse tipo de intervenção. A defesa sustenta que o caso tramita em segredo de Justiça e que todas as questões técnicas serão tratadas no processo, negando irregularidades no procedimento.
A Justiça de Pernambuco decretou a prisão preventiva do médico Marcelo Alves Vasconcelos, investigado pela morte da paciente Adriana Barros Lima Laurentino, 46 anos, após um procedimento de harmonização nos glúteos no Recife, em janeiro de 2025. A decisão, publicada pela 3ª Vara do Tribunal do Júri da Capital, fixa medidas para garantir a ordem pública e a saúde pública.
Segundo o documento, a prisão foi decretada com base no artigo 312 do Código de Processo Penal, cabendo ao réu cumprir imediatamente a medida. Marcelo Vasconcelos é considerado foragido até deslocamento de cumprimento da ordem.
O mandado de prisão também determinou a audiência de instrução para 22 de setembro de 2026, às 8h30, em formato híbrido, com possibilidade de videoconferência. O objetivo é ouvir testemunhas e analisar as provas.
O caso ocorreu no dia 11 de janeiro de 2025, quando Adriana se submeteu ao procedimento estético em uma clínica no Recife. Horas após a liberação, ela apresentaria fortes dores e foi encontrada sem vida no banheiro. A Polícia Civil registrou o ocorrido como Outras Ocorrências Contra a Pessoa.
A família da vítima afirma que foi utilizado PMMA, substância não recomendada para uso estético pela Anvisa. Na época, o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco informou que o médico responsável não possuía inscrição ativa, e a clínica não tinha estrutura adequada para esse tipo de intervenção.
A defesa do médico informou que ele está à disposição da Justiça e que contestará a decisão pelos meios legais. O advogado ressalta que o caso tramita em segredo de Justiça e que as questões médicas serão tratadas no processo, com base em laudos e provas.
A linha de defesa sustenta que a paciente não tinha comorbidades ou contraindicações para o procedimento e que todos os exames foram realizados sem impedimentos. O grupo afirma que as etapas teriam seguido padrões de segurança e qualidade.
O médico não deverá comentar publicamente o caso, conforme a defesa, em respeito à família e ao sigilo do processo. A equipe ainda lamenta a morte da paciente e diz que busca esclarecer os fatos por meio das autoridades.
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