- A falha elétrica atingiu o Centro Regional de Controle do Espaço Aéreo Sudeste (CRCEA-SE), fechando o espaço aéreo de São Paulo.
- O CRCEA-SE gerencia o tráfego nos aeroportos da região, incluindo Congonhas e Guarulhos, além de informações de voo, meteorologia e serviços de navegação aérea.
- A pane também afetou a logística terrestre, com caminhões de bagagem, esteiras e escadas de desembarque sob a gestão das torres de controle.
- Mesmo com liberação das pistas, não houve registro de pousos até o início da manhã; foram observadas ao menos três decolagens, uma internacional e duas nacionais.
- O incidente evidencia a concentração de voos no Sudeste e a importância do CRCEA-SE para a aviação da região.
O Centro Regional de Controle do Espaço Aéreo Sudeste (CRCEA-SE) registrou falha elétrica que levou ao fechamento do espaço aéreo em São Paulo nesta quinta-feira (9). O problema ocorreu pela manhã e atingiu a área sob a responsabilidade do órgão, que coordena tráfego nas regiões mais movimentadas.
O CRCEA-SE atua nos terminais de Congonhas, Guarulhos, Tom Jobim, Santos Dumont, Campo de Marte e Jacarepaguá. Entre as funções, estão o controle de tráfego, informações de voo, meteorologia e serviços de navegação. O órgão também delibera sobre uso de drones e obras que impactam o espaço aéreo.
A pane também afetou a logística terrestre do setor. Caminhões de bagagem, esteiras e escadas de desembarque ficaram sob gestão das torres de controle, dificultando a movimentação de equipamentos de solo.
Impacto na operação
A falha elétrica paralisou o sistema de apoio no solo e no ar. Mesmo após a liberação das pistas, ainda não havia registro de pousos nos aeroportos paulistas, segundo a transmissão ao vivo do repórter Vinícius Murad no aeroporto de Guarulhos. Ao menos três decolagens ocorreram pela manhã: uma internacional e duas nacionais.
Funcionários de aeroportos relataram que a coordenação de equipamentos de solo — caminhões, esteiras e escadas — depende diretamente das torres de controle. A indisponibilidade técnica evidenciou a conexão entre tráfego aéreo e logística de apoio, ampliando impactos operacionais no entorno de São Paulo.
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