- O marido de Thawanna da Silva Salmázio, morta por uma policial militar na zona leste de São Paulo, prestou novo depoimento.
- Imagens da câmera corporal de um dos agentes já estão sendo analisadas pela Polícia Civil e pela Corregedoria da Polícia Militar.
- O caso é apurado pelo Departamento de Homicídios, com novas declarações de testemunhas, incluindo Luciano Gonçalves dos Santos, companheiro da vítima, que está sendo investigado por desacato.
- A vítima tinha 31 anos; segundo a polícia, o desentendimento começou após um esbarrão na viatura, e a soldado Yasmin Cursino Ferreira efetuou o disparo enquanto apenas um dos agentes usava câmera.
- Testemunhas dizem ter visto agressões anteriores contra Thawanna e contestam a versão de legítima defesa apresentada pela policial.
O marido de Thawanna da Silva Salmázio prestou novo depoimento sobre a morte da mulher, hoje atribuída a uma policial militar na zona leste de São Paulo. Paralelamente, as imagens da câmera corporal de um dos agentes estão sendo analisadas pela Polícia Civil e pela Corregedoria da Polícia Militar para esclarecer o que ocorreu.
Ainda conforme a apuração, o Departamento de Homicídios iniciou a investigação do caso, e as principais testemunhas já foram ouvidas novamente pela authorities. Entre elas está Luciano Gonçalves dos Santos, companheiro da vítima, que chegou a ser investigado por desacato e estava com Thawanna no momento do ocorrido. A defesa da família descreveu a ação como ato de crueldade, sem considerar a abordagem uma fatalidade.
Imagens de segurança mostraram o casal deixando a residência, antes da passagem da viatura. Em áudio captado, há menção a uma agressão seguida de disparo, segundo relatos de testemunhas que estavam próximas. Um depoimento acrescentou que, sem a tela da câmera, seria possível acompanhar todo o momento da suposta execução.
Análise de imagens e versões
Segundo a Polícia Civil, o desentendimento teria começado após um esbarrão de Luciano com a viatura, na qual estavam dois policiais. O disparo teria sido realizado pela soldado Yasmin Cursino Ferreira, com apenas uma das agentes utilizando a câmera corporal no momento. A policial alegou ter agido em legítima defesa após ser supostamente agredida, versão que tem sido contestada por testemunhas que afirmam ter visto agressões anteriores contra Thawanna.
O advogado da família afirmou que as cenas registradas mostram Thawanna já caída no chão, o que, na avaliação dele, reforça a percepção de violência desproporcional durante o confronto. A investigação segue para apurar a sequência dos fatos, a dinâmica entre as pessoas envolvidas e qualquer eventual contradição entre depoimentos.
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