- Enfermeira de 37 anos diagnosticada com câncer de língua em estágio três em 2019; sinais iniciais incluíam feridas que não cicatrizaram e dor ao falar e engolir.
- O diagnóstico foi confirmado após avaliação com especialista; tempo entre diagnóstico e cirurgia foi de três semanas.
- Antes da cirurgia de remoção de parte da língua, ensinou o filho de 6 anos a dizer “eu te amo” em Língua de Sinais Americana.
- A paciente passou por tratamento que incluiu quimioterapia e, na cirurgia, perdeu metade da língua; desde então enfrenta dificuldades para mastigar, fala com alterações e saliva seca.
- Em agosto, completou sete anos sem câncer; ela ressalta mudanças no paladar, consumo de alguns alimentos e a importância de alertar sobre câncer em jovens.
Stephanie Gayhart, enfermeira de 37 anos, foi diagnosticada com câncer de língua em estágio 3 após apresentar feridas que não cicatrizavam e dor persistente. O quadro levou a uma sequência de avaliações e exames, que confirmaram a gravidade da doença.
A descoberta ocorreu em 2019, quando os sintomas começaram a surgir. Inicialmente, ela desconfiou de algo simples devido à idade e ao estado de saúde, mas a evolução foi rápida e a confirmação ocorreu após consulta com especialistas.
Antes da cirurgia marcada para remover parte da língua, Stephanie manteve o foco no filho de 6 anos e decidiu ensiná-lo a sinalizar carinho. Em Língua de Sinais Americana, ela mostrou como dizer Eu te amo para manter a conexão mesmo diante do tratamento.
O tratamento incluiu quimioterapia e a cirurgia de remoção de parte da língua. Em agosto, após o início do tratamento, a recuperação trouxe avanços: hoje, sete anos sem câncer foram completados.
Ao longo do processo, surgiram efeitos colaterais significativos. A paciente teve perda de metade da língua e enfrentou dificuldades ao comer, com alimentação restrita a um lado da boca. Insuficiência velofaríngea também apareceu, afetando a deglutição.
A fala voltou a ficar desafiadora em alguns momentos, principalmente quando a boca fica seca. Ainda assim, Stephanie relata melhorias graduais e um paladar alterado, com frutas menos atrativas do que antes.
Agora, aos poucos, a mãe busca inspirar outras pessoas com o relato. Ela afirma que o câncer pode surgir em jovens e que a detecção precoce é crucial, independentemente da idade. O objetivo é incentivar a busca por avaliação médica diante de sinais persistentes.
Fonte consultada: People. O relato completo descreve a experiência de Stephanie desde os primeiros sintomas até a recuperação, ressaltando a importância de ouvir o próprio corpo.
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