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Acusados de chacina em Cidreira são condenados a mais de 200 anos de prisão

Condenação de cinco acusados pela chacina de Cidreira soma mais de duzentos anos; crimes incluem homicídio qualificado, associação criminosa e incêndio para ocultar provas

Chacina em Cidreira: acusados são condenados a mais de 200 anos de prisão
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  • Cinco pessoas foram condenadas pelo Tribunal do Júri de Tramandaí pela chacina ocorrida em Parque dos Pinos, em Cidreira, no Litoral Norte, em 2024.
  • As condenações envolvem homicídio qualificado, associação criminosa, roubo majorado e incêndio, com penas acumuladas superiores a dois séculos.
  • O crime ocorreu na noite de 10 de abril de 2024, em duas residências, motivado por disputas entre facções do tráfico de drogas.
  • Na primeira casa, três pessoas foram mortas e o imóvel incendiado, resultando na carbonização de duas vítimas, de 19 e 68 anos.
  • Na sequência, os acusados teriam ido a outro endereço, onde foram executados dois homens, de 66 e 44 anos; o incêndio foi utilizado para ocultar provas e destruir cadáveres.
  • Entre os réus, apenas um poderá recorrer em liberdade.

O Tribunal do Júri de Tramandaí condenou cinco réus pela chacina ocorrida em Cidreira, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul, em 2024. As penas somam mais de 200 anos de prisão, e apenas um dos condenados pode recorrer em liberdade.

Segundo a denúncia, o grupo invadiu duas residências em Parque dos Pinos na noite de 10 de abril. No primeiro imóvel, três pessoas foram mortas e o local incendiado, carbonizando duas vítimas de 19 e 68 anos.

Logo após, os acusados seguiram para outra casa, onde atiraram e ceifaram a vida de dois homens de 66 e 44 anos. O Ministério Público aponta disputa entre facções do tráfico de drogas como motivação principal.

Pontos-chave do caso

Na sentença, o juiz destacou o “total desprezo pela vida humana” demonstrado pelos réus. O fogo foi usado para destruir provas e cadáveres, além de colocar vizinhos em risco, já que as casas são de madeira.

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