- Tony Marcos de Souza, 52 anos, um dos adultos indiciados por coação, faleceu de infarto na madrugada desta segunda-feira; ele era tio de um dos adolescentes ligados ao caso.
- Ao todo, três adultos e um adolescente foram indiciados; apenas o adolescente foi acusado de agredir o cão Orelha, enquanto os três adultos respondem por coação a um porteiro que testemunhou.
- O Ministério Público de Santa Catarina pediu novas diligências em 9 de abril, apontando lacunas na investigação já realizada pela polícia civil.
- A investigação continua em aberto, pois o MP entende que os elementos atuais não são suficientes para definir as responsabilidades; novos materiais devem ser apresentados pela polícia.
- O caso ganhou repercussão nacional após relatos de agressão envolvendo adolescentes ricos da região, com informações de que teriam viajado aos Estados Unidos.
O caso do cão Orelha volta a ganhar contornos após três meses, com novas revelações que chegam à tona. O cão, comunitário na Praia Brava, Florianópolis, foi encontrado gravemente ferido por uma moradora e morreu em 5 de janeiro, após atendimento veterinário.
Inicialmente, a investigação colocou adolescentes ricos da região como possíveis responsáveis, gerando repercussão nacional. Também houve relatos de que alguns deles teriam viajado aos Estados Unidos pouco depois do ocorrido, ampliando a comoção pública.
Ao longo do processo, apenas um adolescente foi indiciado pela agressão ao cão. Três adultos foram indiciados por suposta coação a um porteiro que testemunhou as imagens que poderiam ajudar as investigações.
Desdobramentos e questions em aberto
Foi revelado que Tony Marcos de Souza, 52 anos, um dos adultos indiciados, faleceu na madrugada desta segunda-feira, vítima de infarto. Segundo a família, o empresário era tio de um dos adolescentes envolvidos.
Os três adultos continuaram em liberdade, assim como o adolescente, enquanto o Ministério Público de Santa Catarina analisa se acolhe ou não pedidos da polícia Civil. O MP pediu novas diligências em 9 de abril, apontando lacunas na investigação.
O papel do Ministério Público
O MP afirma que os elementos atuais não são suficientes para concluir as responsabilidades com segurança. A investigação permanece aberta e depende de novos materiais que a polícia Civil encaminhará para avaliação institucional.
A decisão sobre eventual acusação ou arquivamento dependerá das informações reunidas e da avaliação do Ministério Público. O caso segue sem conclusão, com foco na coleta de novas evidências.
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