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Telhado de casa histórica não suporta o clima atual

Cragside recebe grande andaime para reparar telhado em projeto de £1,8 milhão, com dois anos de duração, visando adaptar-se a padrões climáticos atuais e pausar na temporada de morcegos

Callum Thompson/National Trust An aeriel view of the roof of the grand Cragside house. The mansion has multiple chimneys poking out of its red roof. The building is grey stone and surrounded by lush trees.
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  • A cobertura e as tubulações do Cragside, casarão vitoriano em Northumberland, não foram feitas para o clima atual, segundo a National Trust, e receberão reparos.
  • Um andaime enorme será erguido na frente do imóvel como parte de um projeto de conservação de £1,8 milhão para restaurar o telhado.
  • O trabalho deve durar dois anos e será realizado com andaime independente, com pausa durante a estação de reprodução de morcegos.
  • Cragside foi construído em 1863 pelo engenheiro e inventor Lord William Armstrong e é considerado o primeiro edifício do mundo iluminado por energia hidrelétrica.
  • A estrutura tem até 85 pés de altura no ponto mais alto; a intervenção visa evitar infiltrações causadas por ventos fortes e chuvas intensas, prejudicando interiores históricos.

O Cragside, casa vitoriana localizada em Northumberland, terá o telhado e parte da canalização reformados, conforme anunciou o National Trust. A obra é vista como essencial para adaptar a edificação às mudanças climáticas.

Um sistema de andaimes enormes será instalado na fachada frontal da mansão, em uma iniciativa de conservação que custa cerca de £1,8 milhão e deve durar dois anos. A montagem será feita com estrutura independente e poderá haver pausas durante a temporada de reprodução de morcegos.

A curadora do patrimônio, Clara Woolford, ressaltou que o telhado não foi projetado para padrões climáticos atuais, com invernos mais úmidos e tempestades mais frequentes. A intervenção também buscará evitar danos estruturais causados por ventos fortes e chuvas intensas.

Novo cenário no topo

Woolford explicou que calhas do período vitoriano são insuficientes para o volume de água atual, aumentando a vulnerabilidade da cobertura. O acúmulo de água pode infiltrar-se e comprometer interiores históricos e a coleção do museu.

A equipe do projeto pretende revelar áreas inéditas da estrutura durante as obras e já identificou ligações entre os pedreiros originais, registradas por meio de documentos demográficos. A pesquisadora vê potencial de descobertas adicionais nesse processo.

As obras manterão a casa aberta aos visitantes durante o período de conservação. O financiamento reúne apoio do National Trust, além de recursos da Wolfson Foundation e da Sylvia Waddilove Charitable Trust.

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