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Caso Moïse terceiro acusado vai a júri popular no RJ

Terceiro acusado do caso Moïse Kabagambe vai a júri popular no Rio, após condenação dos outros dois réus e imagens que registraram o ataque

Moïse Kabagambe de 24 anos, foi agredido e morto com golpes de barra de madeira em um quiosque na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio
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  • O terceiro acusado, Brendon Alexander Luz da Silva, conhecido como Tota, será julgado por júri popular na quarta-feira, 15, no I Tribunal do Júri da Capital, no Centro do Rio de Janeiro, pelo assassinato de Moïse Kabagambe.
  • O crime ocorreu em 24 de janeiro de 2022, em um quiosque na Praia da Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade.
  • Brendon é o último dos três denunciados a ir a júri; os outros dois réus, Fábio Pirineus da Silva e Aleson Cristiano de Oliveira Fonseca, já foram condenados a 44 anos de prisão em regime fechado.
  • Imagens de câmeras de segurança mostram Brendon participando ativamente das agressões e posando ao lado de um dos colegas com a vítima já imobilizada; Moïse recebeu pelo menos 30 golpes ao longo de cerca de 13 minutos.
  • Os três acusados negam a intenção de matar, afirmando que Moïse teria tentado pegar bebidas do freezer sem autorização; o júri reconhece que o crime ocorreu por motivo banal, com extrema crueldade e sem chance de defesa para a vítima.

O julgamento de Brendon Alexander Luz da Silva, conhecido como Tota, está previsto para quarta-feira (15) no I Tribunal do Júri da Capital, no Centro do Rio de Janeiro. Ele é apontado como um dos responsáveis pelo assassinato de Moïse Kabagambe, ocorrido na Praia da Barra da Tijuca, Zona Oeste, em 24 de janeiro de 2022.

Brendon é o último dos três denunciados a ir a júri. Em março de 2025, os demais réus, Fábio Pirineus da Silva e Aleson Cristiano de Oliveira Fonseca, foram condenados a penas que somam 44 anos de prisão, em regime fechado.

Provas e contexto do caso

Segundo a denúncia, imagens de câmeras de segurança mostram Brendon participando diretamente das agressões. Ele aparece ao lado de outro acusado, posando para uma foto com a vítima já imobilizada no chão. As gravações indicam espancamento com um taco de beisebol, além de socos, chutes e tapas, por cerca de 13 minutos.

As gravações também revelam que Moïse foi derrubado, amarrado e ficou sem defesa durante o ataque. Os três acusados teriam praticado o crime por motivos considerados banais, com extrema crueldade e sem chance de defesa para a vítima, de acordo com o Conselho de Sentença no julgamento dos outros dois envolvidos.

Os réus negam a intenção de matar Moïse e afirmam que ele teria tentado pegar bebidas do freezer do quiosque sem autorização dos funcionários. A CNN Brasil teve acesso às imagens do circuito interno à época, que mostram o ataque em detalhes.

O Ministério Público do Rio de Janeiro é o responsável por levar o caso ao júri popular. O resultado do julgamento de Brendon deve trazer novas informações sobre o desfecho da sequência de crime que ganhou grande repercussão.

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