- Choquei publicou conteúdos exaltando MC Ryan SP dias antes da prisão do dono da página, que é acusado de receber para divulgar o artista.
- Segundo a Justiça Federal, Raphael Sousa Oliveira, empresário de 31 anos e dono da página, é investigado pela produção e divulgação de conteúdos favoráveis ao MC Ryan, além de envolvimento com esquema de lavagem de dinheiro e transações ilegais de mais de R$ 1,6 bilhão.
- Em uma publicação, o perfil da Choquei comemorou o retorno do cantor ao Top 1 como o artista mais ouvido do Brasil, com a frase “O maior!”.
- Raphael foi preso em 15 de abril, em Goiânia, durante operação da Polícia Federal.
- A defesa nega envolvimento na organização criminosa e afirma que o vínculo dele seria apenas com prestação de serviços publicitários por meio de sua empresa, responsável pela divulgação digital.
Raphael Sousa Oliveira, empresário de 31 anos e dono da página Choquei, aparece como investigado pela Justiça Federal por produção e divulgação de conteúdos favoráveis ao MC Ryan SP. O material faz parte de um esquema considerado ligado a lavagem de dinheiro e a transações ilegais de mais de 1,6 bilhão de reais, segundo documentos apresentados aos tribunais.
A página Choquei exaltou o artista dias antes da prisão do proprietário, acusando recebimento para divulgar o MC Ryan. Em uma publicação, o perfil comemorou o retorno do cantor ao Top 1, chamando-o de “O maior!”. O conteúdo estava entre os materiais analisados pela Justiça.
Raphael foi preso em 15 de abril, em um condomínio de luxo em Goiânia, durante operação da Polícia Federal. A defesas afirma que ele não integrou a organização criminosa e sustenta que o vínculo seria apenas com prestação de serviços publicitários via sua empresa.
Posição da defesa e próximos passos
A defesa de Raphael negou envolvimento na organização criminosa e afirmou que ele atuava somente na divulgação digital de terceiros. Os investigadores continuam a apurar a participação de outros investigados no esquema, bem como o papel exato da plataforma Choquei nas operações.
Segundo os autos, as apurações apontam para a relação entre a produção de conteúdos pró-MC Ryan e transações de alto valor. A Polícia Federal coleta informações para confirmar se houve desvio de recursos ou favorecimento de terceiros.
A reportagem teve acesso ao documento judicial por meio de fonte vinculada ao processo. Não foram divulgadas informações adicionais que possam identificar pessoas que não estejam diretamente ligadas ao caso.
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